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Autor: Edyr Augusto
Editora: Points
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A Belém, l'amour naît dans la rue, entre les bras des putains, et meurt aussi vite que Gil, jeune inspecteur, vide ses verres. Il aimerait bien lever le pied mais cette enquête sur l'overdose d'un membre de la jet-set le dépasse. Tinho, lui, s'amuse. Avec sa bande, il se drogue, vole, cogne, et compte sur les plages de Mosqueiro pour digérer les cadavres qu'il y sème. L'enfer au paradis. Bienvenue au Brésil. «A l'entrée du cercueil, nous ne pensions même plus à Johnny. Nous pensions à nous-mêmes. Quand viendrait notre tour d'entrer ici ?»
Título: Belem
ISBN: 9782757842799
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 11 x 18
Páginas: 381
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2015
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
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Autor: Edyr Augusto
Edyr Augusto Proença é um escritor e jornalista paraense, vencedor do prêmio Caméléon. Nascido em Belém, em 1954, inicia sua carreira como dramaturgo no final dos anos 1970. Escritor e diretor de teatro, Edyr trabalhou como radialista, redator publicitário, autor de jingles além de produzir poesia e crônicas. Filho do escritor e radialista Edyr de Paiva Proença, sua estreia como romancista se dá em 1998, com a publicação de Os éguas. Quadro desolador da metrópole amazonense, o "thriller regionalista" mergulha no ritmo frenético da decadência e da violência urbana. Muito apegado à sua região do Pará, Edyr Augusto ancora lá todas as suas narrativas. Em 2001 lança Moscow, seu segundo romance, seguido de Casa de caba, em 2004. Em 2012 lançou Selva Concreta. Os thrillers escritos por Edyr Augusto são conhecidos por representarem o que há de mais interessante na literatura contemporânea paraense, mas com temas identificáveis em qualquer cenário urbano. Sua linguagem é coloquial, típica da região, compondo um retrato perfeito da oralidade local. A temática urbana, com uma trama de suspense que se desenrola por bares, botecos, restaurantes, delegacias, clubes e motéis, ecoa a tradição policialesca noir. É nesse encontro que se configura o estilo singluar da obra de Edyr Augusto.