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Autor: Friedrich Nietzsche
Editora: Penguin Books
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'This world is the will to power - and nothing besides!'One of the great minds of modernity, Friedrich Nietzsche smashed through the beliefs of his age. These writings, which did much to establish his reputation as a philosopher, offer some of his most powerful and troubling thoughts: on how the values of a new, aggressive elite will save a nihilistic, mediocre Europe, and, most famously, on the 'will to power' - ideas that were seized upon and twisted by later readers. Taken from Nietzsche's unpublished notbookss and assembled by his sister after his death, The Will to Power now appears with previous errors corrected.Translated by R. Kevin Hill and Michael A. Scarpitti with an Introduction and Notes by R. Kevin Hill
Título: The will to power
ISBN: 9780141195353
Idioma: Inglês
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 20
Páginas: 688
Ano copyright:
Coleção: Penguin Classics
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Friedrich Nietzsche
Organizador: R.Kevin Hill
Tradutor: R.Kevin Hill | Michael A. Scarpitti
Friedrich Wilhelm Nietzsche (Roecken, 1844-1900) foi um dos mais importantes filósofos do século XIX. De genialidade precoce, aos dez anos já fazia suas primeiras composições musicais e aos quatorze tornou-se professor numa Escola Rural. Estudou Filologia e Teologia nas Universidades de Bonn e Leipzig e, aos vinte anos, conheceu a obra do filósofo Schopenhauer, uma de suas maiores influências. Com apenas vinte e quatro anos foi chamado para a cadeira de Língua e Literatura Grega na Universidade da Basiléia, na Suíça. Ocupou-se também da disciplina de Filologia Clássica e foi professor durante dez anos. Em 1872, publicou seu primeiro livro, O nascimento da tragédia, ensaio que viria a se tornar um clássico na história da estética. Humano, demasiado humano, foi publicado em 1878, época em que as dores que o filósofo já sentia há algum tempo, começam a progredir. “De dor e cansaço estou quase morto”, escreve numa carta a uma amiga. Escreveu várias obras de ensaios e aforismos, até o início de 1889, quando enlouqueceu: A gaia ciência (1882), Assim falou Zaratustra (1883-1885), sua obra-prima, e Ecce homo e O Anticristo (ambas de 1888). Deixou também milhares de páginas de anotações, publicadas postumamente. Nietzsche exerceu (e continua a exercer) profunda influência sobre o pensamento e a literatura ocidentais.