Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Estrangeira
Autor: Andreas Latzko
Editora: Carambaia
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 4 dias úteis.
De: R$ 59,90
Por: R$ 53,31
em até 3x sem juros
Publicado anonimamente pela primeira vez em 1917, e inédito no Brasil, "Homens em guerra" é uma das grandes obras-primas da literatura publicadas durante a Primeira Guerra Mundial. O livro é composto por seis contos que trazem um relato pungente e ao mesmo tempo poético do horror, da loucura e do absurdo do conflito em curso. Muitas das cenas descritas foram vividas pelo autor, Andreas Latzko (1876-1943), húngaro de expressão alemã que atuou como oficial do Exército Real do Império Austro-Húngaro. Lançado na Suíça, onde o autor se recuperava de traumatismos sofridos no front, o livro foi traduzido em várias línguas e prontamente censurado nos países envolvidos no conflito. Latzko foi identificado como autor e destituído de seu posto militar. O livro tornou-se um dos principais libelos dos militantes pacifistas na Europa. Sobre a recepção de Homens em guerra, o escritor austríaco Stefan Zweig relatou: “Soltamos um grito de alegria: a verdade, acorrentada, tinha rompido suas correntes, suplantou as cem barricadas da censura, foi ouvida no mundo inteiro! Esperamos pelo livro, o livro proibido que os guardas espreitavam vigilantemente nas fronteiras para que não viesse envenenar a mentira tão bem cuidada pelo grande entusiasmo”.
Título: Homens em guerra
ISBN: 9788569002697
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 20 x 0,8
Páginas: 152
Ano copyright: 2019
Coleção: Acervo - Vol. 13
Ano de edição: 2019
Edição: 2ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Stefan Zweig (1881-1942), nascido em uma família judia rica, viveu a efervescência cultural de Viena no começo do século XX. Amigo de grandes intelectuais e artistas, desde a Primeira Guerra Mundial se tornou pacifista. Com a ascensão do III Reich e a perseguição aos judeus, autoexilou-se, distanciando-se de seu país natal cada vez mais, à medida que a Segunda Guerra tinha início e se alastrava. Refugiou-se no Brasil em 1941, mais especificamente em Petrópolis (RJ), onde suicidou-se com a mulher no ano seguinte. É autor de romances, poemas, peças de teatro, ensaios e biografias. Além de Maria Antonieta, publicou ainda O mundo insone: uma coletânea de ensaios, e Novelas femininas.