Revista serrote #50

Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Instituto Moreira Salles

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Sinopse

"Na imaginação prodigiosa de Veridiana Scarpelli, o serrote está em toda parte: na erupção de um vulcão e na prancha de surfe, na haste de cogumelos ou no contorno de uma falésia. Com essas metamorfoses do “instrumento hostil” a que se referiu Murilo Mendes, comemoramos as 50 edições de uma revista que insiste no ensaio e reafirma o compromisso do gênero com a liberdade de temas e formas. A escrita celeste de Anne Carson está aqui em diálogo com a reflexão ancestral de Ailton Krenak sobre o meio ambiente e os comentários de Judith Butler relacionando democracia e o futuro das humanidades. Fábio Zuker mapeia o avanço do carbofascismo no Brasil e no mundo, Luiz Antonio Simas revisita João do Rio à luz das culturas de diáspora e, num clássico da crítica literária, Hugh Kenner faz uma leitura minuciosa do universo de Samuel Beckett. Livre da pretensão à perenidade do livro e da ânsia de capturar o presente, própria do jornalismo, a serrote segue determinada a abrir cabeças – na celebração do que fica e na aposta em futuros possíveis". O Editor

Dados

Título: Revista Serrote #50

ISBN: 977198452700500050

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 18 x 24 x 1,8

Páginas: 224

Ano de edição: 2025

Edição:

Autor

JUDITH BUTLER

Judith Butler é professora Maxine Elliot dos Departamentos de Retórica e de Literatura Comparada, além de codiretora do Programa de Teoria Crítica, da University of California, em Berkeley. É também professora da cátedra Hannah Arendt e do Departamento de Filosofia da European Graduate School, em Saas-Fee, na Suíça. Em 2008 foi laureada com o prêmio Andrew Mellon por seu destaque acadêmico na área de humanidades e em 2012 recebeu o prêmio Theodor W. Adorno. É membro do conselho consultivo da organização Jewish Voice for Peace e faz parte do quadro executivo da Faculty for Israeli-Palestinian Peace, nos Estados Unidos, e do centro cultural The Freedom Theatre, no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. Tornou-se referência nos estudos queer e tem diversos livros publicados no Brasil, entre eles Problemas de gênero, Relatar a si mesmo, Quadros de guerra, O clamor de Antígona e Caminhos divergentes: judaicidade e crítica do sionismo.