A serenissima republica e outros contos

Autor: Machado de Assis
Editora: FTD

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Sinopse

No conto A Sereníssima República, Machado de Assis (1838-1908) faz uma crítica ao processo eleitoral brasileiro vigente da época. Por meio do relato de um certo Cônego Vargas, este teria encontrado uma espécie de aranha cuja “sociedade” adotaria um sistema eleitoral baseado no da República de Veneza – a chamada Sereníssima República. Além desta história – que é integrante da coletânea Papéis Avulsos, publicada em 1882 – a publicação editada pela FTD traz ainda mais uma série de histórias deste que foi um dos grandes mestres da literatura brasileira.Obs.: edição renovada.

Dados

Título: A Serenissima Republica E Outros Contos

ISBN: 9788532214508

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 1

Páginas: 128

Ano copyright: 2009

Ano de edição: 2009

Edição:

Participantes

Autor: Machado de Assis

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.