Estado eletrico

Autor: Simon Stalenhag
Editora: Quadrinhos na Cia.

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Sinopse

Numa mistura delirante de On the road e Black Mirror , o artista sueco Simon Stålenhag cria um livro único. Uma viagem visual a um futuro aterrador e sombrio. Num 1997 imaginado e apocalíptico, uma jovem em fuga e seu robô atravessam os Estados Unidos rumo ao oeste. Ruínas de gigantescos drones de batalha se espalham pela paisagem, junto a toda espécie de lixo descartado de uma sociedade ultra tecnológica e consumista em declínio. À medida que se aproximam da fronteira do país, o mundo parece se desfazer num ritmo cada vez mais alucinante, como se em algum lugar além do horizonte o núcleo oco da civilização finalmente fosse desabar. Em Estado elétrico , Simon Stålenhag volta sua visão atordoante para a América. Com desenhos hiper-realistas e um talento extraordinário para narrar, o artista sueco coloca em cena uma história de amizade e horror, lealdade e suspense, em que uma sensação de constante ameaça paira sobre cada sequência e imagem.

Dados

Título: Estado Eletrico

ISBN: 9786559212439

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 27 x 24 x 1,5

Páginas: 144

Ano copyright: 2022

Ano de edição: 2022

Edição: 1ª

Participantes

Autor: Simon Stalenhag

Tradutor: Daniel Galera

Autor

DANIEL GALERA

Filho de gaúchos, Daniel Galera nasceu em São Paulo, em 1979, mas viveu em Porto Alegre a maior parte de sua vida. Um dos precursores do uso da internet para divulgação da literatura, publicou seus textos on-line de 1996 a 2001, com destaque para três anos como colunista do Cardosonline – extinto fanzine eletrônico. Galera foi um dos criadores da Editora Livros do Mal, por onde lançou seus dois primeiros livros — Dentes guardados (2001) e Até o dia em que o cão morreu (2003) —, adaptado para o cinema em 2007 como Cão sem dono pelos diretores Beto Brant e Renato Ciasca. É autor também de Mãos de cavalo (2006), Cordilheira (2008), Cachalote (2010) e Barba ensopada de sangue (2012), romances que se destacam no panorama atual da literatura brasileira pelo virtuosismo da caracterização psicológica dos personagens e descrições dos ambientes por onde eles circulam.