Home › Livros › Infanto-Juvenil › Juvenil
Autor: Bartolomeu Campos de Queiros
Editora: FTD
SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 40 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.
R$ 43,00
em até 3x sem juros
Pode ser feiticeira ou feiticeiro. Ser que se transforma em pássaro e/ou outros animais e vaga pela noite pedindo tabaco. Quem é Matinta Perera? Para o autor ´ ...é uma dúvida que mora, em silêncio, no seu coração. Há coisas que só o medo pode ver e a razão tem medo de abrir os olhos (...)´Esta obra faz parte da coleção ´Histórias do Rio Moju - Reconto de Narrativas Amazônicas´. É composta por histórias inspiradas na mitologia da região amazônica - lendas sobre seres fantásticos e misteriosos que até hoje povoam a imaginação dos seus habitantes. Conhecidos autores e ilustradores brasileiros recontam a tradição popular em obras em prosa moderna e traços contemporâneos que, impregnadas da magia dos seres e dos acontecidos na floresta, encantarão os leitores de todas as idades.
Título: A Matinta Perera
ISBN: 9788532248862
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 21 x 24
Páginas: 40
Ano copyright: 2002
Coleção: Historias Do Rio Moju
Ano de edição: 2002
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Bartolomeu Campos de Queirós nasceu em 1941, no interior de Minas Gerais. Na década de 1960, mudou-se para Belo Horizonte. Com formação nas áreas de educação e arte, seguiu para a França, com uma bolsa da ONU, para estudar filosofia no Instituto Pedagógico de Paris. Foi na capital francesa que começou a escrever. No início dos anos 1970, estreou na literatura com O peixe e o pássaro, o primeiro livro de uma extensa obra que o firmou entre um dos principais autores de ficção infantil e juvenil brasileira. Foi idealizador do Movimento por um Brasil Literário, do qual participava ativamente. Recebeu condecorações importantes, como Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres (França), Medalha Rosa Branca (Cuba), Grande Medalha da Inconfidência Mineira e Medalha Santos Dumont. Ganhou ainda o Grande Prêmio da Crítica em Literatura Infantil/Juvenil pela APCA, o Jabuti, o Prêmio Academia Brasileira de Letras, entre muitos outros. Em 2000, entrou na Lista de Honra do IBBY. Em 2008, recebeu o Prêmio Ibero-Americano de Literatura Infantil, da Fundação SM, no México, pelo conjunto de sua obra. Amante das palavras, dizia ter fôlego de gato, o que lhe permitiu nascer e morrer várias vezes. “Sou frágil o suficiente para uma palavra me machucar, como sou forte o suficiente para uma palavra me ressuscitar.” Bartolomeu faleceu em 2012.