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Autor: Rubem Braga
Editora: Global
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Dando continuidade ao projeto de reeditar toda a obra de Rubem Braga, a Global Editora, que no mês passado publicou a antologia Melhores Crônicas Rubem Braga, acaba de lançar Coisas simples do cotidiano. Nas crônicas deste livro, que são acompanhadas pelas belas ilustrações de Soud, o mestre do gênero Rubem Braga pinta cenas e episódios comuns, incorporando neles sua percepção franca e singela do que realmente importa – ou deveria importar – na vida.O escritor não deixa os sonhos de lado, pois sabe que são eles que movem o mundo. No entanto, não é a busca sem freio por conquistas grandiosas, um carro novo ou uma viagem exótica o caminho a ser trilhado. O cronista aponta, com sua peculiar sutileza, para as riquezas que podem trazer um sentido autêntico para o nosso dia a dia, como a satisfação por receber em casa um casal de amigos ou desfrutar a beleza de uma planta. Ainda que os novos tempos exijam respostas rápidas a todo instante, é sem pressa que Braga nos conduz com seu olhar magistralmente humano pela descoberta do que pode ser especialmente marcante em nossa existência.
Título: Coisas Simples Do Cotidiano
ISBN: 9788526018822
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 80
Ano copyright: 2013
Coleção:
Ano de edição: 2013
Edição: 2ª
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Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.