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Autor: Alberto Mussa
Editora: Record
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O romance começa quando o narrador, empenhado em escrever a História tipológica do triângulo amoroso - obra que reuniria todos os casos teoricamente possíveis de adultério -, se dá conta de que sua tarefa é humanamente impossível. Abandona, então, o projeto inicial e - em vez de um catálogo de histórias - propõe uma teoria universal do triângulo amoroso, dividida em seis postulados fundamentais. Alguns deles são bastante surpreendentes, como - por exemplo - o de que toda relação amorosa pressupõe um adultério; ou o de que houve um único triângulo original, ocorrido na pré-história, de que derivam todos os demais; ou o de que personagens semelhantes, em circunstâncias semelhantes, irão formar os mesmos triângulos. Reunindo histórias ambientadas em todos os continentes e em todas épocas, como convém a uma teoria universal, abrangendo um período que vai da alta pré-história ao século XX, o livro leva o leitor a refletir sobre a natureza das relações amorosas. Embora formem uma cadeia lógica de raciocínio, as histórias - quase sempre construídas com o modelo da ficção policial - também podem ser lidas de maneira independente; e se insinuam por diversos campos do conhecimento, como mitologia, matemática, filosofia, arqueologia, lingüística, história, literatura e antropologia.
Título: O Movimento Pendular
ISBN: 9788501073945
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 237
Ano copyright: 2006
Coleção:
Ano de edição: 2006
Edição: 1ª
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Autor: Alberto Mussa
Alberto Mussa nasceu no Rio de Janeiro, em 1961. Sua ficção abarca o conto e o romance, com destaque para o Compêndio Mítico do Rio de Janeiro, série de cinco novelas policiais, uma para cada século da história carioca. Recriou a mitologia dos antigos tupinambás; traduziu a poesia árabe pré-islâmica; escreveu, com Luiz Antônio Simas, Sambas de Enredo: História e Arte, uma história do samba de enredo; e organizou, com Stéphane Chao, o Atlas Universal do Conto. Entre outras distinções, ganhou os prêmios Casa de Las Américas, o de Ficção, da Academia Brasileira de Letras, o Machado de Assis (duas vezes), da Biblioteca Nacional, e o da APCA (também duas vezes). Sua obra está publicada em diversos países.