Antologia de alvaro de campos

Autor: Fernando Pessoa
Editora: Alianza

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Sinopse

Junto con otros dos célebres heterónimos (Alberto Caeiro y Ricardo Reis), Álvaro de Campos es uno de los protagonistas de lo que FERNANDO PESSOA (1888-1935) denominó el "drama de personas" de su poesía. La presente ANTOLOGÍA DE ÁLVARO DE CAMPOS -traducida y anotada por José Antonio Llardent- comprende, además del famoso manifiesto «Ultimátum», la sustancial mayoría de la obra poética atribuida a este personaje: desde el extenso «Opiario» (ofrecido también en el portugués original) y todas las odas de la primera época, hasta las piezas escritas poco antes de la muerte de Pessoa. Este volumen resulta fundamental para conocer o profundizar en una obra que constituye, con sus contradicciones, con sus logros estéticos y con su falsa transparencia, una de las más altas expresiones poéticas de nuestro tiempo. Otras obras de Fernando Pessoa en Alianza Editorial: «Poesía» y «El banquero anarquista y otros cuentos de raciocinio» (L 5719).

Dados

Título: Antologia De Alvaro De Campos

ISBN: 9788420668383

Idioma: Espanhol

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 17,5

Páginas: 336

Ano copyright: 1987

Coleção: El Libro De Bolsillo - Vol. L5722

Ano de edição: 2008

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Pessoa

Tradutor: Jose Antonio Llardent

Autor

FERNANDO PESSOA

Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.