Critica da razao dialetica

Autor: Jean-Paul Sartre
Editora: DP&A

LIVRO INDISPONÍVEL

R$ 75,00

em até 3x sem juros



Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

No livro 'O Ser e o Nada' (1943), a busca do ser resultava em fracasso pela própria estrutura do desejo. Mas Sartre (1905-1980) logo percebe que tal fracasso poderia ser assumido e transcendido numa existência autenticamente humana, que, por meio de um livre engajamento, lutasse por objetivos concretos. Partindo de novos conceitos-o de autenticidade e o de engajamento-Sartre fundamenta sua moral existencialista. Logo após a libertação de Paris, depois de passar por campo de concentração nazista, participar da resistência francesa à ocupação alemã, Sartre se desperta para a política, corrigindo seus erros anteriores, elaborando, no confronto com o marxismo, -a síntese monumental de 'Crítica da razão dialética'-(1960), que assimilou a teoria crítica da sociedade numa nova filosofia da liberdade em plena História. Ao lado de Simone de Beauvoir, também filósofa existencialista e sua companheira de toda a vida, Sartre participou da vida política não só da França, mas mundial.

Dados

Título: Critica Da Razao Dialetica

ISBN: 9788574900605

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Páginas: 900

Ano de edição: 2002

Edição:

Autor

JEAN-PAUL SARTRE

Jean-Paul Sartre nasceu em Paris em 1905. Órfão de pai aos dois anos, mudou-se para a casa do avô materno em Meudon. Em 1924, matriculou-se na Escola Normal Superior, em Paris, e conheceu Simone de Beauvoir. Em 1931 foi nomeado professor de filosofia no Havre, e escreve seu primeiro romance, A náusea. Em 1936, publicou A imaginação e A transcendência do ego. Em 1940 foi capturado pelos alemães e enviado a um campo de prisioneiros. Libertado em 1941, voltou à França e funda o movimento Socialismo e Liberdade. Em 1943, publica O ser e o nada. Logo após a guerra, funda com Merleau-Ponty a revista Les Temps Modernes e escreve várias peças de teatro político. Ingressa em 1952 no Partido Comunista Francês, com o qual romperia quatro anos depois. Em 1960, publica a Crítica da razão dialética, e em 1964 a autobiografia As palavras. Recusa o Prêmio Nobel de Literatura por acreditar que "nenhum escritor pode ser transformado em instituição". Além de ter estado no centro de alguns dos movimentos intelectuais e culturais mais importantes da segundo metade do século XX, como o existencialismo, Sartre foi o caso raro de um grande filósofo que era também um grande romancista, e de um grande romacista que era também um grande dramaturgo. Morreu em Paris em 1980.