Historia da minha fuga das prisoes de veneza

Autor: Giacomo Casanova
Editora: Nova Alexandria

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Sinopse

Em História da minha fuga das prisões de Veneza, Giacomo Casanova oferece o melhor de sua prosa. O estilo vigoroso repleto de autoironia, de descrições acuradas de caráter e de uma acessível erudição- virtudes que trarão às suas memórias o dístico de "um dos mais importantes documentos do século XVIII"- preenchem a totalidade das páginas desse relato vertiginoso.No ano de 1755, Casanova é acusado de práticas ocultistas e encerrado nos Chumbos, a prisão anexa ao Palácio dos Doges. A grande fuga engendrada pelo escritor, no ano seguinte a seu encarceramento, é a protagonista deste relato, narrada em seus pormenores e repleta dos percalços e das reviravoltas presentes nos melhores romances de aventura.Exaustivamente adaptada para o cinema, eis a primeira chance de o leitor brasileiro experienciar a versão do próprio autor e confrontá-la com admiráveis interpretações, como a de Ettore Scola ou de Federico Fellini. A leitura, como promete Casanova em seu prólogo, será agradável e divertida.

Dados

Título: Historia da minha fuga das prisoes de veneza

ISBN: 9788574923444

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 17 x 24

Páginas: 176

Ano copyright: 2012

Ano de edição: 2012

Edição:

Participantes

Autor: Giacomo Casanova

Tradutor: Jose Miranda Justo

Autor

GIACOMO CASANOVA

Giacomo Casanova — ou Giovanni Jacopo Casanova — nasceu em Veneza, Itália, em 1725, e morreu em Duchkov, Bohemia, em junho de 1798. Conseguiu reunir em torno de si uma legenda tão espantosa quanto variada como um dos maiores aventureiros de todos os tempos. Célebre conquistador que fascinava as mulheres, aventureiro destemido capaz de proezas como a célebre fuga das prisões de Veneza, Casanova deixou muitos textos esparsos e suas célebres Memórias, em seis volumes, considerada um importante documento sobre a vida social, os costumes e a política do século XVIII. Em O duelo, um episódio autobiográfico, prefácio de Piero Chiara - narrado em terceira pessoa -, tem como objetivo alimentar a vida e não o mito. Com o duelo retorna-se à contemporaneidade em um desejo de reconsiderar o parecer sobre ele e ainda valer-se dele para um hipotético futuro. Estejam talvez aí a força, a astúcia, a capacidade expressiva, e, se desejarmos, também a angustiante e insinuante hipocrisia de que suas páginas são repletas. Memórias é o fúnebre testamento para hipóteses vindouras. O duelo, um recado "de imagens" legado à vida.