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Autor: Lorenzo Mammi
Editora: Companhia das Letras
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Agostinho de Hipona, mais conhecido como Santo Agostinho, dedicou-se intensamente refletir sobre vontade e intenção, e suas ponderações são recuperadas pelo professor de filosofia e crítico Lorenzo Mammì, que investiga as nuances que constituem o debate sobre o livre arbítrio.Poucas questões filosóficas são tão intrincadas e aparentemente irresolúveis quanto as que dizem respeito à vontade livre. Somos, de fato, livres? Poderíamos ter agido de outro modo? São dúvidas antigas, mas que ganharam nova vitalidade em tempos recentes: por um lado, os avanços da neurociência fizeram com que soubéssemos muito mais sobre o funcionamento do cérebro. Por outro, o avanço da inteligência artificial nos faz questionar as fronteiras entre humano e máquina.Se depender de nós, nova obra de Lorenzo Mammì, não se perde em debates contemporâneos, indo, em vez disso, à gênese dos conceitos subjacentes ao tema. Mais do que um texto de apelo puramente filosófico, Se depender de nós é uma investigação acessível revestida por uma erudição assombrosa. Assim, Mammì transforma o estudo de Agostinho em um ponto de partida para encarar as questões mais profundas do que nos torna humanos.
Título: Se Depender De Nós: Vontade E Liberdade Segundo Agostinho
ISBN: 9788535946277
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 1
Páginas: 440
Ano copyright: 2026
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Autor: Lorenzo Mammi
Lorenzo Mammì (1957, Roma) é crítico de arte e doutor em filosofia pela usp, onde dá aulas de filosofia medieval e durante treze anos lecionou história da música. Radicado no Brasil desde 1987, publicou dezenas de artigos e escreveu dois livros: Volpi (2002), que combina pesquisa e crítica sobre a produção do pintor Alfredo Volpi, e Carlos Gomes (2001), uma análise minuciosa das obras do compositor. Também organizou os livros Carlito Carvalhosa (2000), Três canções de Tom Jobim (2004) e as edições brasileiras de Vida de Rossini (1995), de Stendhal, e de Clássico anticlássico (1999), de Giulio Carlo Argan.