O melhor de oscar wilde

Autor: Oscar Wilde
Editora: Garamond

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 12 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 57,50

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

'O melhor de Oscar Wilde reúne centenas de comentários afiadíssimos sobre os mais variados assuntos, que vão do champanhe às misérias da condição humana. São mais de mil frases inesquecíveis. Entre elas; Sobre o amor - 'As pessoas deveriam estar sempre apaixonadas. É por isso que nunca deveriam se casar'. Sobre o trabalho - 'O trabalho é a maldição dos alcoólatras'. Sobre Deus- 'Deus e outros artistas são sempre um tanto obscuros'. Sobre fofoca - 'Só existe uma coisa no mundo pior do que falarem de nós; é não falarem. Sobre o narcisimo - 'Amar a si mesmo é o começo de um romance para toda a vida'. Sobre a Inglaterra - 'Atualmente, temos tudo em comum com a América, exceto, claro, a língua'. Sobre discussão - 'Detesto discussões. São sempre vulgares e, muitas vezes, convincentes'. Sobre milagres - 'Milagres sempre acontecem. É por isso que não podemos acreditar neles'.

Dados

Título: O Melhor De Oscar Wilde

ISBN: 9788586435409

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 204

Ano copyright: 1996

Ano de edição: 2003

Edição:

Participantes

Autor: Oscar Wilde

Organizador: Karl Beckson

Tradutor: Dau Bastos

Autor

OSCAR WILDE

Oscar Wilde (1854-1900) nasceu na Irlanda em 1854. Ao longo de sua carreira como escritor, produziu poemas, contos, ensaios e um único romance: O retrato de Dorian Gray. As peças teatrais alçaram-no ao sucesso na última década do século XIX. O êxito literário também lhe rendeu uma situação financeira abastada, que lhe proporcionou, consequentemente, uma vida desregrada e extravagante. Em maio de 1895, acabou condenado a dois anos de trabalhos forçados por cometer sodomia – a homossexualidade era considerada crime na época. A prisão foi sua ruína. Em 1897, mudou-se para Paris e passou a usar o pseudônimo Sebastian Melmoth. Morreu em 1900, de meningite – agravada pelo alcoolismo e pela sífilis.