Vidas secas: edição ilustrada

Autor: Graciliano Ramos
Editora: EDIÇOES BARBATANA

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Sinopse

No clássico Vidas secas, obra maior de Graciliano Ramos (1892-1953), o grande escritor alagoano, nome central do Modernismo dos anos 1930, apresenta “narradores múltiplos com a composição de painéis em parágrafos — ao modo de Portinari e Diego Rivera —, em capítulos através do olhar do personagem, numa estratégia de grande teatro do mundo”, conforme nos revela o escritor Raimundo Carrero nesta edição ilustrada — de tirar o fôlego — que ora publicamos, em que o artista Ricardo Costa dá concretude material à ideia, ao imaginar “cenas reais, cenários reais onde elementos reais interagissem, em contraposição à pura representação tradicional da ilustração” — e ao realizá-las com imensa dramaticidade teatral.

Dados

Título: Vidas Secas: Edição Ilustrada

ISBN: 9786588766392

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23 x 2

Páginas: 144

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Graciliano Ramos

Ilustrador: Ricardo Costa

Autor

GRACILIANO RAMOS

Graciliano Ramos de Oliveira nasceu em 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Foi criado no sertão de Pernambuco e, aos 7 anos, morando em Viçosa, passa a estudar no Internato Alagoano, onde publica sua primeira obra, o conto Pequeno Pedinte. Em 1905, morando em Maceió, dedica-se ao estudo do inglês, do francês, e do italiano. Aos 17 anos, sob o pseudônimo Almeida Cunha, publica o soneto Céptico. Aos 18 anos se muda para Palmeira dos Índios, onde ajuda o pai em sua pequena loja de tecidos. Entre l914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalha como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século, sob as iniciais R.O. (Ramos de Oliveira). De volta a Palmeira dos Índios, assumiu a prefeitura em 1928, experiência que lhe ofereceu material para o primeiro romance, Caetés, publicado em 1933. Em 1930 renuncia ao cargo, sendo em seguida nomeado diretor da Imprensa Oficial do Estado, de onde se demite em dezembro de 1931 por motivos políticos. No ano seguinte começa a colocar no papel, seu segundo romance, São Bernardo. Em 1933 foi nomeado diretor de Instrução Pública de Alagoas - cargo correspondente ao de secretário de Estado da Educação -, permanecendo até 1936. Por conta do que, na época, foi chamado "ideias extremistas", foi detido e preso em vários presídios do Rio de Janeiro. Seu drama e dos companheiros de cadeia foram relatados em Memórias do cárcere, publicado postumamente em 1953. Em 1936 lançou Angústia, considerado seu romance mais complexo. Em 1938 escreve o livro que se tornaria sua obra-prima, Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região - melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Um dos maiores romancistas da história da literatura brasileira e latina, Mestre Graça, como era carinhosamente tratado, morreu no Rio de Janeiro, em 1953, aos 61 anos.