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Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: CASA DA ARQUITETURA (PT)
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"Pensar a Casa", uma publicação que inclui as três conferências organizadas pela CASA DA ARQUITECTURA em Junho de 2009, quando esta associação inaugurou a sua presença na CASA em Roberto Ivens. Duas das conferências são apresentadas na sua versão escrita: "A casa como problema", por Julián Santos Guerrero, filósofo, e "A estranha casa do Senhor Walser", por Gonçalo M. Tavares, escritor. A terceira conferência é um registo em vídeo, e foi proferida pelo arquitecto Paulo Mendes da Rocha,debruçando-se sobre o tema "Arquitectura: decisão e conhecimento". Cada um deles, desde o seu ponto de vista, falou sobre aquilo que está por diante quando se pretende pensar um programa e um projecto. "O pro- de um e de outro é sempre um problema", Nuno Higino.
Título: Pensar A Casa. Conferências Da Casa, 1
ISBN: 9789899679016
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato:
Páginas:
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2011
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Julian Santos Guerrero | Gonçalo M. Tavares | Paulo Mendes da Rocha
Pertencente à geração de arquitetos conhecida como Escola Paulista, defensora de uma arquitetura sintética e socialmente responsável, Paulo Mendes da Rocha (Vitória, 1928) destacou-se ainda jovem. Aos 29 anos, venceu o concurso para o ginásio do Clube Atlético Paulistano, o que lhe rendeu o Grande Prêmio Presidência da República na VI Bienal Internacional de São Paulo, em 1961. No mesmo ano, passou a lecionar na FAU-USP, de onde se aposentou em 1998 – entre 1969 e 1980, contudo, permaneceu afastado da função pelo governo militar. Entre suas obras estão o Museu Brasileiro da Escultura e a reforma da Pinacoteca do Estado, ambas em São Paulo. Nas últimas décadas, assumiu uma posição de destaque na arquitetura nacional, tendo sido galardoado em 2006 com o prêmio Pritzker, honraria máxima da arquitetura mundial – antes dele, o único brasileiro a ganhá-lo foi Oscar Niemeyer em 1988.