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Autor: Gilles Deleuze
Editora: Brasiliense
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Este livro tem como ponto de partida uma das conclusões do estudo precedente de Gilles Deleuze, A imagem-movimento - a necessidade de arrancar dos clichês cinematográficos algo mais que sua verdade aparente. Nesta obra, Deleuze propõe uma autêntica reeducação do olhar, à luz dos conceitos filosóficos formulados por Bergson a propósito do movimento, do tempo, da duração e da imagem. A profundidade da abordagem deleuziana não diminui em nada, porém, o prazer da leitura. Filósofo-cinéfilo, Deleuze ancora todas as suas idéias em exemplos concretos, fazendo desfilar diante dos olhos do leitor imagens de clássicos dirigidos por grandes mestres, como Chaplin, Herzog, Antonini, Godard e Visconti. Imagens que mostram que o cinema é o espaço por excelência para a análise das complexas relações entre passado e presente, memória e acontecimento. A câmera, segundo Deleuze, funda uma consciência que se define não pelos movimentos que é capaz de captar, mas pelas relações mentais e psicológicas nas quais é capaz de entrar. Ao mesmo tempo livro de filosofia e livro de cinema, A imagem-tempo é uma obra fundamental para se compreender que, longe de viver sua decadência, o cinema é uma arte inesgotável.
Título: A imagem-tempo
ISBN: 9788511220285
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 21
Páginas: 352
Ano copyright: 1985
Coleção: Cinema 2
Ano de edição: 1990
Edição: 1ª
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Gilles Deleuze nasceu em 1925, em Paris. Estudou no Liceu Carnot e depois filosofia na Sorbonne, onde obteve o Diploma de Estudos Superiores em 1947. Entre 1948 e 1957 lecionou nos liceus de Amiens, Orléans e no Louis-Le-Grand, em Paris. Trabalhou como assistente em História da Filosofia na Sorbonne entre 1957 e 1960, e foi pesquisador do CNRS até 1964, ano em que passou a lecionar na Faculdade de Lyon, lá permanecendo até 1969. De 1969 a 1987, deu aulas na célebre Universidade de Vincennes, um dos polos do ideário de Maio de 1968, quando firmou a sólida e produtiva relação com Félix Guattari de que resultaram os livros O anti-Édipo (1972), Kafka (1975), Mil platôs (1980) e O que é a filosofia? (1991). É autor também de obras fundamentais como Diferença e repetição (1968), Lógica do sentido (1969), Cinema 1: a imagem-movimento (1983), Cinema 2: a imagem-tempo (1985) e Crítica e clínica (1993), além de estudos sobre Hume, Kant, Bergson, Nietzsche, Espinosa e Foucault, entre outros. Faleceu em Paris, em 1995.