Vasto mundo

Autor: Carlos Drummond de Andrade | Adriano Fagundes
Editora: Autêntica

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Sinopse

No poema “O homem; as viagens”, que está na gênese do livro Vasto Mundo; Drummond diz:... Restam outros sistemas forado solar a col-onizar.Ao acabarem todossó resta ao homem(estará equipado?)a dificílima dangerosíssima viagemde si a si mesmo:pôr o pé no chãodo seu coraçãoexperimentarcolonizarcivilizarhumanizaro homemdescobrindo em suas próprias inexploradas entranhasa perene, insuspeitada alegriade con-viver.Vasto Mundo traz uma seleção de poemas, aforismos e textos em prosa, extraídos da obra de Carlos Drummond de Andrade, acompanhados de imagens capturadas pelo fotógrafo Adriano Fagundes ao longo de 30 anos de viagens pelo mundo, realizadas entre 1991 e 2021.A visão do poeta mineiro, que soube captar o “sentimento do mundo” desde seu gabinete de trabalho, mais o olhar certeiro do fotógrafo, que percorre vários continentes e que fez desse mesmo sentimento sua fonte de inspiração, se revelam como duas visões confluentes que fazem nesta coletânea um interminável diálogo poético entre literatura e fotografia....Mundo mundo vasto mundo,se eu me chamasse Raimundoseria uma rima, não seria uma solução.Mundo mundo vasto mundo,mais vasto é meu coração.Carlos Drummond de AndradeVasto Mundo é um projeto especial, que conta com o patrocínio da Direcional Engenharia e do Instituto Cultural Vale.

Dados

Título: Vasto Mundo

ISBN: 9786559281138

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 22,7 x 28,3 x 2,4

Páginas: 200

Ano de edição: 2021

Edição:

Autor

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.