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Autor: Bertrand Russell
Editora: UNESP
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No livro, publicado pela primeira vez em 1926, o filósofo defende o acesso universal de meninas e meninos à educação, abre um debate sobre a diferença entre a educação do caráter e a educação para o conhecimento e volta à questão da supremacia do estudo da ciência útil sobre o estudo dos clássicos - 'Deve a educação, o quanto antes, transformar-se em instrução técnica para ofícios ou profissões liberais?', pergunta. Baseado nas então recentes descobertas da Psicologia, Russell parte aqui da educação do caráter, que seria determinado pela primeira educação, retoma, de forma crítica, os conceitos de Locke e Rousseau e comenta os sistemas educacionais dos antigos gregos e chineses, além dos adotados pelos japoneses, ingleses e norte-americanos no século 20. Após analisar tal conjuntura, o filósofo trata, de modo propositivo, da educação desde o começo do processo ao último ano da universidade do estudante. Aborda a educação do caráter e a educação na adolescência, tópico em que discute a educação sexual, chegando à educação intelectual, sobre a qual levanta questões acerca de seus objetivos, currículo e possibilidades - 'O que o educador precisa é de conhecimento exercido com amor, e é isso o que o aluno deve receber. Nos primeiros anos, o amor pelos alunos é da maior importância; nos últimos anos, o amor pelo conhecimento se torna cada vez mais necessário'.
Título: Sobre a educação
ISBN: 9788539305551
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,5
Páginas: 272
Ano copyright: 2013
Coleção:
Ano de edição: 2014
Edição: 1ª
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Bertrand Russell (1872-1970) foi um dos mais influentes filósofos e matemáticos do século XX. Além de eminente divulgador da filosofia e da ciência, foi também ativista político, posicionando-se contra a participação da Inglaterra na Primeira Guerra Mundial. Manifestou-se publicamente contra o emprego de armas nucleares e organizou, na década de 1960, junto com Jean-Paul Sartre, um tribunal para julgamento dos crimes de guerra dos EUA no Vietnã — o Tribunal Russell. Recebeu o Prêmio Nobel de Literatura, em 1950, como "reconhecimento de sua obra variada e significativa em prol dos ideais humanistas e da liberdade de pensamento". É autor, entre outros, de ABC da Relatividade e Introdução à Filosofia Matemática.