Doce lar

Autor: Regina Zappa
Editora: Rocco

LIVRO INDISPONÍVEL

R$ 25,00

em até 3x sem juros



Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Doce lar'' é um livro sobre realidade e fantasia. O crime e o mistério conduzem o leitor do início ao fim, mas sempre brincando com o real e o imaginário, seja dos personagens ou da própria narrativa. Um romance psicológico que dá, a cada capítulo, um lugar para um pouco mais de ação na trama, com surpresas até os últimos momentos, deixando o leitor em picos de tensão e alívio. A autora narra paralelamente a vida de duas mulheres, Cândida e Letícia. Cândida é uma tradutora que vive isolada do mundo, traumatizada por tragédias familiares. Letícia é uma atriz iniciante e batalhadora. Mas o clima de suspense e estranhamento é criado em torno de Cândida, que, por causa da morte trágica do irmão, viveu no seu doce lar fechado para o mundo quando menina, tendo aulas em casa e quase sem sair às ruas. A fantasia era seu escape para a vida fora de casa, onde imaginava haver monstros e vultos. Agora adulta, em vez de criar histórias com seus bonecos, Cândida se vê às voltas com as fantasias que um cadáver, em sua casa, provoca nela. Um ambiente frio e isolado, com objetos desbotados, gastos pelo tempo, e imóveis. Essa imobilidade que é a marca do lar e da vida de Cândida só muda a partir de um assassinato, que se relaciona às suas fantasias e a seu desejo de mudar a realidade trágica e quebrar sua casca de isolamento.

Dados

Título: Doce Lar

ISBN: 9788532519269

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 20

Páginas: 159

Ano copyright: 2005

Coleção: Elas Sao De Morte

Ano de edição: 2005

Edição:

Participantes

Autor: Regina Zappa

Autor

REGINA ZAPPA

Regina Zappa é carioca, jornalista, escritora, roteirista e professora universitária. Trabalhou na imprensa carioca e, por mais de 20 anos, no Jornal do Brasil. Tinha 14 anos em 1968 e lembra como ficou emocionada com a mobilização da passeata que seguiu por sua rua, na Praia de Botafogo, no dia do enterro do estudante Edson Luís, passando diante dela e de uma cidade perplexa.