O cortiço

Autor: Aluisio Azevedo
Editora: Todavia

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Sinopse

Famílias inteiras empurradas pela pobreza a lugares sem as mínimas condições de higiene e saúde, expostas ao perigo. A desigualdade entre ricos e despossuídos. Mulheres sendo exploradas. Uns poucos felizardos que são favorecidos graças a uma série de bons contatos. Essa história é antiga e ainda hoje marca nossa sociedade. Por essas razões e também por sua imensa qualidade literária, O cortiço, de Aluísio Azevedo, continua como um dos mais poderosos retratos da realidade brasileira – em qualquer tempo. Um clássico da nossa literatura que, passado mais de um século de sua publicação original, mantém intacto seu poder de emocionar e indignar.De quebra, a representação da vida cotidiana da cidade do Rio de Janeiro, esboçada com colorido e objetividade quase fotográficos, também atesta o talento do romancista para construir um universo que, pertencendo inicialmente aos domínios da ficção, tem o poder – conferido apenas aos melhores e mais perduráveis livros – de passar a fazer parte do mundo mais concreto e imediato de sucessivas gerações de leitores.

Dados

Título: O Cortiço

ISBN: 9788593828966

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,7 x 20,7 x 2

Páginas: 304

Ano copyright: 2018

Ano de edição: 2018

Edição:

Participantes

Autor: Aluisio Azevedo

Autor

ALUISIO AZEVEDO

Aluísio Azevedo nasceu em São Luís, MA, em 1857, e morreu em Buenos Aires em 1913. Mudou-se para o Rio de Janeiro aos 17 anos, instado por seu irmão, o dramaturgo Artur Azevedo. Estudou na Academia Imperial de Belas Artes e passou a colaborar com a imprensa, fazendo caricaturas e escrevendo poemas. Publicou Uma lágrima de mulher (1879), sucesso que lhe rendeu condições materiais para viver apenas da escrita. Influenciado por Eça de Queirós e Émile Zola, seria um dos pioneiros do naturalismo na ficção brasileira. Em 1881, no auge da Campanha Abolicionista, publica O mulato, causando grande comoção. Escreveria ainda Casa de pensão, O coruja e outros romances e folhetins. Em 1895, ingressa na carreira diplomática, deixando para trás a vida literária e a publicação de livros. Representou o Brasil na Espanha, na França, no Japão, na Itália, no Paraguai e na Argentina, onde morreu às vésperas de completar 56 anos.