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Autor: Aldous Huxley
Editora: Itatiaia
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Com este romance, Aldous Huxley se empenha em destruir, metódica e brilhantemente, tudo o que sobrara dos ideais vitorianos, constitui-se pois, na expressão máxima do negativismo surgido no pós-guerra. Pertence, assim, àquela que poderia chamar-se a fase destruidora de Huxley.Huxley pergunta: Fatos, teorias, verdades sobre o universo, de que lhes serve isso? Ensiná-los a compreender só serve para confundi-los.O amor é dado como um insulto fisiológico à inteligência. A arte não passa de um protesto contra a horrível inclemência da vida. Enfim, um mundo de pesadelo, uma geração amargurada, sem fé em nada, que avança na escuridão com um sorriso nos lábios e não acredita em nenhuma aurora.Sem fé para reconstruir e com disposição para enfrentar a verdade nua, Huxley é o porta-voz de uma idade perdida, a idade do chamado temperamento moderno. Resumindo, neste romance, temos o melhor exemplo da fúria destrutiva de Huxley, e sem a qual as novas perspectivas que encontramos nas suas obras não seriam de forma nenhuma possíveis
Título: Geraçao Devassa
ISBN: 9788531902802
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1
Páginas: 278
Ano copyright: 2022
Coleção:
Ano de edição: 2022
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
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Aldous Leonard Huxley nasceu em 26 de julho de 1894, na Inglaterra. Em 1916, publica seu primeiro livro, uma coletânea de poemas. A partir de 1921, sua reputação literária se estabelece, através de Crome yellow. Em seguida, escreve Antic hay (1923), Folhas inúteis (1925) e Contraponto (1928), sátiras onde analisa de modo espirituoso e implacável os dissabores do mundo moderno. No período anterior à Segunda Guerra Mundial, sua obra adquire tons mais sombrios, incluindo o célebre romance Admirável mundo novo (1932), antiutopia que descreve a desumanizada sociedade do futuro, e Sem olhos em Gaza (1936), uma novela pacifista. Em 1937, deixa a Europa e se muda para a Califórnia. Além de ensaios sobre assuntos tanto culturais quanto religiosos, em que se nota a forte influência da mística oriental, Huxley publicou O tempo deve parar (1944), O macaco e a essência (1949), A ilha (1962) e As portas da percepção (1954), onde descreve suas experiências com a mescalina. Aldous Huxley faleceu em 22 de novembro de 1963, curiosamente mesmo dia do assassinato de John Fitzgerald Kennedy.