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Autor: Daniel Munduruku
Editora: Planeta do Brasil
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“O passado, é bom que se entenda, na verdade é um instrumento pedagógico; ele não é uma prisão. O passado serve como ferramenta para nos ensinar como temos que nos conduzir no mundo…”No novo título da Coleção Reticências, Ser um bom ancestral hoje, o escritor, professor e ativista indígena Daniel Munduruku reflete sobre nossa relação com o tempo, a memória e a vida em comunidade a partir da própria vivência e ancestralidade. Ao afirmar o presente como espaço de experiência, aprendizado e responsabilidade, verdadeiro tempo vivo que se constrói na relação com a natureza, com os outros e com as gerações passadas e as que virão, expõe aos leitores um contraste com os futuros que idealizamos e os passados que nos aprisionam.Ao tensionar a lógica linear e produtivista que orienta o mundo contemporâneo – especialmente o ocidental –, o livro evidencia que há outras maneiras de viver e compreender o tempo, em que lembrar é também aprender e viver é um gesto coletivo. Entre reflexão, educação e esperança, Munduruku insiste na importância de sustentar a vida no presente, sem romper os vínculos e caminhos que nos conectam a quem veio antes e a quem ainda virá.
Título: Ser Um Bom Ancestral Hoje
ISBN: 9788542243499
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 2,8
Páginas: 112
Ano copyright: 2026
Coleção: Reticencias
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Autor: Daniel Munduruku
Daniel Munduruku nasceu em Belém, PA, filho do povo indígena Munduruku. Formado em filosofia, com licenciatura em história e psicologia, integrou o programa de pós-graduação em Antropologia Social na USP. Lecionou durante dez anos e atuou como educador social de rua pela Pastoral do Menor de São Paulo. Esteve em vários países da Europa, participando de conferências e ministrando oficinas culturais para crianças. Autor de Histórias de Índio, Coisas de Índio e As Serpentes que Roubaram a Noite, os dois últimos premiados com a menção de livro Altamente Recomendável pela FNLIJ. Seu livro Meu avô Apolinário foi escolhido pela Unesco para receber menção honrosa no Prêmio Literatura para Crianças e Jovens na Questão da Tolerância. Entre outras atividades, participa ativamente de palestras e seminários destacando o papel da cultura indígena na formação da sociedade brasileira. Outros livros do autor: A Caveira Rolante, A Mulher-Lesma e Outras Histórias Indígenas de Assustar, A Palavra do Grande Chefe, A Primeira Estrela que Vejo É a Estrela do Meu Desejo e Outras Histórias Indígenas de Amor, Contos Indígenas Brasileiros, Parece que Foi Ontem, entre outros.