Otras inquisiciones

Autor: Jorge Luis Borges
Editora: La Nacion

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Sinopse

Reconocidos por su influencia en el desarrollo de la literatura contemporánea, los ensayos de este volumen conforman el más amplio muestrario de la erudición y el genio de Jorge Luis Borges. El infinito, el azar, los límites del universo, la naturaleza y la inteligencia de Dios, la flor soñada de Coleridge, el tiempo, la negación del tiempo,el idioma analítico de John Wilkins, la eternidad simultánea de Dunne, las fantasías científicas de H.G. Wells, la arquitectura del cielo y el infierno, la posibilidad de una divindad menguante, la posibilidad de un texto absoluto... Cada tema encuentra una clave original tanto en las ideas que propone el autor como en su pasmosa facilidad para descubrir novedades en la obra de diversos escritores: Shaw, Chesterton, Quevedo, Pascal, Kafka.La inquietud filosófica y la potencia estética del pensamiento de Borges alcanzan en Otras inquisiciones una deliciosa perfección.

Dados

Título: Otras Inquisiciones

ISBN: 9789500426923

Idioma: Espanhol

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 21

Páginas: 238

Ano copyright: 1960

Coleção: Biblioteca Esencial - Vol. 17

Ano de edição: 2005

Edição:

Participantes

Autor: Jorge Luis Borges

Autor

JORGE LUIS BORGES

Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo nasceu em Buenos Aires, em 24 de agosto de 1899, e faleceu em Genebra, em 14 de junho de 1986. Antes de falar espanhol, aprendeu com a avó paterna a língua inglesa, idioma em que fez suas primeiras leituras. Em 1914 foi com a família para a Suíça, onde completou os estudos secundários. Em 1919, nova mudança - agora para a Espanha. Lá, ligou-se ao movimento de vanguarda literária do ultraísmo. De volta à Argentina, publicou três livros de poesia na década de 1920 e, a partir da década seguinte, os contos que lhe dariam fama universal, quase sempre na revista Sur, que também editaria seus livros de ficção. Funcionário da Biblioteca Municipal Miguel Cané a partir de 1937, dela foi afastado em 1946 por Perón. Em 1955 seria nomeado diretor da Biblioteca Nacional. Em 1956, quando passou a lecionar literatura inglesa e americana na Universidade de Buenos Aires, os oftalmologistas já o tinham proibido de ler e escrever. Era a cegueira, que se instalava como um lento crepúsculo. Seu imenso reconhecimento internacional começou em 1961, quando recebeu, junto com Samuel Beckett, o prêmio Formentor dos International Publishers - o primeiro de uma longa série.