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Dos 22 aos 29 anos, esses primeiros cadernos cobrem o período de juventude de um Camus que está conhecendo a si mesmo e as próprias ideias e posições. As viagens pelo Mediterrâneo e pela Europa, a admiração pela riqueza natural das paisagens do norte da África, o absurdo da existência humana e, finalmente, a perplexidade que toma Camus com o início da Segunda Guerra Mundial: esses temas tão caros ao autor aqui ainda guardam o frescor da descoberta. Assim, logo depois do centenário de Albert Camus, essa leitura nos permite descobri-lo mais uma vez, e por um novo ângulo. Entre aforismos curtíssimos e fragmentos relativamente longos de prosa, é possível acompanhar de perto o processo de amadurecimento pessoal e intelectual do autor. É aqui que ele encontra abertura para mer- gulhar no desejo de conhecer a si mesmo: “Escrever, minha alegria profunda!”. E, se “a verdadeira obra de arte é aquela que diz menos”, como ele mesmo afirma em um de seus cadernos, esses fragmentos sintéticos, lampejos literários, podem ser considerados tão fundamentais na obra de Camus como qualquer um de seus livros consagrados, e recheados da mesma potente e assombrosa atualidade.
Título: Cadernos (1937-39): a desmedida na medida - 1ªed.(2014)
ISBN: 9788577153480
Idioma:
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 21
Páginas: 134
Ano copyright: 2014
Coleção: Hedra
Ano de edição: 2014
Edição: 1ª
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