O tenente: cadernos de um expedicionário na segunda guerra mundial

Autor: Celso Furtado
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

Em edição fartamente ilustrada e anotada, o autor de Formação econômica do Brasil escreve sobre sua experiência como pracinha da Força Expedicionária Brasileira na Itália.Em 1942, quando o Brasil declarou guerra aos países do Eixo, Celso Furtado tinha 22 anos e sabia que poderia ser convocado a qualquer momento. Como aspirante a oficial, o segundo-tenente esteve em missões na Toscana e em Nápoles, atuando de fevereiro a setembro de 1945 no posto de oficial de ligação junto aos Aliados. Furtado escreveu contos, cartas e breves ensaios sobre esse período, em que narrou o dia a dia entre os militares, a camaradagem com os demais soldados, o encontro com pessoas devastadas pelo conflito, as viagens para as cidades próximas, e também os impactos pessoais e políticos da guerra. Reunidos em O tenente, tais textos apresentam outra faceta de um dos mais influentes economistas do Brasil e revelam em primeira mão o testemunho dos pracinhas na Segunda Guerra Mundial.Este volume inclui uma ampla seleção de fotos e documentos históricos, além de introdução e notas de Rosa Freire d’Aguiar.

Dados

Título: O Tenente: Cadernos De Um Expedicionário Na Segunda Guerra Mundial

ISBN: 9788535942620

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 1,2

Páginas: 216

Ano copyright: 2025

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Celso Furtado

Organizador: Rosa Freire D'Aguiar

Autor

CELSO FURTADO

Celso Furtado nasceu em 1920, na Paraíba. Formou-se em direito, doutorou-se em economia na Universidade de Sorbonne. Foi um dos fundadores da Comissão Econômica para a América Latina (Cepal). Criou e dirigiu a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) até 1964. Foi ministro do Planejamento no governo João Goulart e, ao voltar do exílio, ministro da Cultura. Por vinte anos lecionou em universidades da Europa e dos Estados Unidos. É autor de cerca de trinta livros sobre teoria, política e história econômicas. Celso Furtado faleceu em 2004, no Rio de Janeiro.