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Autor: Voltaire
Editora: Penguin Books
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Brought up in the household of a powerful Baron, Candide is an open-minded young man, whose tutor, Pangloss, has instilled in him the belief that 'all is for the best'. But when his love for the Baron's rosy-cheeked daughter is discovered, Candide is cast out to make his own way in the world. And so he and his various companions begin a breathless tour of Europe, South America and Asia, as an outrageous series of disasters befall them – earthquakes, syphilis, a brush with the Inquisition, murder – sorely testing the young hero's optimism.
Título: Candide or optimism
ISBN: 9780140455106
Idioma: Inglês
Encadernação: Brochura
Formato: 13 X 20
Páginas: 144
Ano copyright: 1759
Coleção: Penguin Classics
Ano de edição: 2005
Edição: 1ª
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François-Marie Arouet (1694-1778), que assumiu posteriormente o nome de Voltaire, nasceu e morreu em Paris. Um dos mais célebres escritores do século XVIII, escreveu tragédia, epopéia, história, crítica, romance e filosofia, tendo se tornado notável em todos esses gêneros, mas principalmente na filosofia. Descendente da pequena nobreza européia, desde cedo destacou-se como brilhante pensador, tendo freqüentado as melhores universidades do seu tempo. Com pouco mais de 20 anos, já havia sido preso e exilado por ordem do regente Felipe de Orleans a quem havia dedicado panfletos satíricos e críticos. No seu exílio inglês escreveu as célebres Cartas inglesas ou filosóficas. Por haver sempre atacado com energia a intolerância religiosa e defendido com calor todas as causas que lhe pareceram justas, levantou freqüentemente contra si a ira dos poderosos da época, as quais chegaram mesmo, por duas vezes, a levá-lo à Bastilha. Mas tanto pela justiça e oportunidade dos seus ataques, como pelo caráter fundamental das suas obras, exerceu em toda a França, durante mais de cinqüenta anos de incessante atividade, verdadeira soberania literária e social. As obras que compôs são inúmeras, alcançando algumas edições completas 95 volumes. Numa carreira que alternou sucesso e escândalo, escreveu, entre outros, Cartas filosóficas, Zadig, Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações e Dicionário filosófico. Morreu aos 84 anos, após uma visita triunfal a Paris, de onde estivera exilado por tanto tempo. Seu derradeiro bilhete diz que “morria admirando os amigos, sem odiar os inimigos e detestando a superstição”.