The emancipated spectator

Autor: Jacques Ranciere
Editora: Verso

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Sinopse

In this title, the foremost philosopher of art argues for a new politics of seeing. The role of the viewer in art and film theory revolves around a theatrical concept of the spectacle. The masses subjected to the society of spectacle have traditionally been seen as aesthetically and politically passive - in response, both artists and thinkers have sought to transform the spectator into an active agent and the spectacle into a performance. In this follow-up to the acclaimed "The Future of the Image", Ranciere takes a radically different approach to this attempted emancipation. Beginning by asking exactly what we mean by political art or the politics of art, he goes on to look at what the tradition of critical art, and the desire to insert art into life, has achieved. Has the militant critique of the consumption of images and commodities become, instead, a melancholic affirmation of their omnipotence?

Dados

Título: The emancipated spectator

ISBN: 9781844673438

Idioma: Inglês

Encadernação: Capa dura

Formato: 13,5 x 20,5

Páginas: 134

Ano copyright: 2008

Ano de edição: 2009

Edição:

Participantes

Autor: Jacques Ranciere

Tradutor: Gregory Elliott

Autor

JACQUES RANCIERE

Jacques Rancière é um filósofo francês. Ele nasceu em Argel, no ano de 1940 e se tornou professor da European Graduate School de Saas-Fee, e professor emérito do Departamento de Filosofia da Universidade de Paris.Ele escreve a respeito de assuntos voltados à História, Filosofia, Política e Estética, e possui muitas obras publicadas e reconhecidas ao redor de todo o mundo. As suas principais obras são: La Nuit des prolétaires (1981), La Mésentente. Politique et philosophie (1995), Aux bords du politique (1998) e Le Partage du sensible. Esthétique et politique (2000). O filósofo possui muitos livros traduzidos para o português, sendo que o seu primeiro livro traduzido em Portugal foi “O Ódio à Democracia”. Este livro possui muito a respeito do que esse filósofo pensa sobre as coisas, o mundo e a sociedade. E, seguindo isso, ele acredita que a democracia faz com que o homem não saiba exatamente o que ele está fazendo. Jacques Rancière é bastante conhecido por um posicionamento remoto no pensamento francês contemporâneo. Ele é bastante focado nas ideias de filósofos famosos e reconhecidos no mundo todo, como Aristóteles, Gilles Deleuze e Platão. Com este último, ele partilha da mesma opinião de que "todos devem pensar". O filósofo acredita que o maior erro da sociedade é dar ouvidos à grande massa e que devemos ouvir às pessoas que falam em sua individualidade. O filósofo Jacques Rancière também possui influências de outros pensadores, um tanto menos reconhecidos que Platão e Aristóteles, como é o caso de Gabriel Gauny e José Jacototy. Ele acredita que a linguagem é a estrutura para que as pessoas possam identificar todos os acontecimentos do mundo. Os livros de Jaques Rancière são bastante baseados na arte contemporânea, na pedagogia, no cinema, na estética, na escrita da história e, claro, na filosofia. Os críticos possuem uma certa dificuldade de definir o estilo deste escritor. Muitas vezes, o chamam de marxista. Já, outro livro escrito por ele, chamado "O futuro da Imagem", mostra uma argumentação de Jaques Rancière que a arte, a política e a imagem estão interligadas. Dessa forma, todos os livros dele são escritos nesse contexto.