O marido complacente

Autor: Marques de Sade
Editora: L&PM Pocket

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Sinopse

Num raro ensaio sobre a arte da escrita, o Marquês de Sade prescrevia aos postulantes que um escritor deve "pintar os homens tais como são".Na vida e na literatura o Marquês foi coerente. Se por um lado passou a vida em prisões, pagando por crimes de licenciosidade, perversões sexuais, violência sexual etc., etc., por outro lado legou à história uma obra ampla e complexa, testemunha de seu tormento e de qualidade inquestionável. Donatien Alphonse-François, o Marquês de Sade, nasceu em Paris em 1740 e morreu no sanatório de Charenton em 1814. Escreveu, entre outros livros, Diálogo entre um padre e um moribundo (1782), Os 120 dias de Sodoma (1785), Os infortúnios da virtude (1788), La philosophie dans le boudoir (1795), Crimes do amor (1800). Este O marido complacente é uma reunião de contos escritos com exímia técnica – uma característica do Marquês – e uma amostra fiel de seu universo literário e pessoal.

Dados

Título: O Marido Complacente

ISBN: 9788525408174

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 10,5 x 18

Páginas: 224

Ano copyright: 1997

Coleção: L&Pm Pocket - Vol. 86

Ano de edição: 2015

Edição:

Participantes

Autor: Marques de Sade

Autor

MARQUES DE SADE

Donatien Alphonse François de Sade (1740–1814) passou à história como o Marquês de Sade. Aristocrata francês, esteve grande parte de sua vida encarcerado na Bastilha por causa de seus textos libertinos. De obras como Justine, A filosofia na alcova e 120 dias de Sodoma, criou-se a imagem de perversão sexual do marquês, que emprestou seu nome ao termo médico sadismo (a busca do prazer sexual por meio da submissão, da humilhação e do sofrimento do parceiro). Entretanto Sade foi muito mais do que um escritor sádico. Filósofo de ideias originais, seu pensamento libertino desafiava as concepções religiosas e racionalistas da França pré-republicana, o que o fez ser perseguido tanto pelos apoiadores do Antigo Regime quanto pelos revolucionários. Ateísta, anticlerical e avesso à moral consagrada, foi um livre-pensador e deixou um legado de obras não apenas eróticas, mas libertadoras.