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Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Editora: Objetiva
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Donos de livros premiados, João Cabral de Melo Neto, João Ubaldo Ribeiro, Carlos Heitor Cony e Ignácio de Loyola Brandão integram o primeiro time da literatura nacional. Referência para diversas gerações de leitores, esses autores agora possuem outro ponto em comum: eles fazem parte da recém-lançada coleção Para Ler na Escola, desenvolvida pela Editora Objetiva e que tem como meta aproximar alunos do ensino médio das obras de nomes fundamentais das letras brasileiras.Ruy Castro, José Roberto Torero, Marcelo Rubens Paiva, Zuenir Ventura, Bartolomeu Campos Queirós, Moacyr Scliar e Ronaldo Correia de Brito são outros autores de peso que pertencem à coleção. Com um projeto gráfico pop, que facilita a leitura, os livros reúnem textos sobre temas relacionados à juventude, como colégio, vestibular, infância, esporte e cinema. A seleção do material ficou a cargo de professores renomados, especializados em educação e literatura, como Marisa Lajolo e Regina Zilberman. O resultado dessa combinação são livros saborosos, que vão entreter os estudantes e ao mesmo tempo enriquecer a sua formação.
Título: Cronicas Para Ler Na Escola
ISBN: 9788573029611
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 23
Páginas: 152
Ano copyright: 2010
Coleção:
Ano de edição: 2010
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
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Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara (SP), em 31 de julho de 1936. Jornalista e escritor, Brandão publicou dezenas de livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Filho de um ferroviário, tornou-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. Editado no Brasil no ano seguinte, o livro foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S.Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para a retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro Veia Bailarina, em 1997. Tendo como cenário a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em 2008 o romance O Menino que Vendia Palavras ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. Em suas crônicas, são frequentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.