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Autor: Jorge Luis Borges
Editora: Emece
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Con excepción de "Ulrica", una historia de amor, los cuentos del presente libro de Jorge Luis Borges pertenecen al género fantástico. Un ambiente de sosegada rutina prepara en cada caso la irrupción del hecho extraordinario. En "El otro", la llegada de un tímido adolescente renueva el tema del doble. "Undr" y "El espejo y la máscara" postulan la representación de la realidad através de un modelo más simple que la contiene y la disgrega. En "El Congreso" y en "Utopía de un hombre que está cansado" se invierte el procedimiento: el prodigio sustituye a la realidad cotidiana. "There are More Things" es una fantasía científica basada en cierto texto póstumo de Lovecraft. Cierra el volumen el relato que le da título, inesperado precedente de las bibliotecas digitales. Escrito con un perfecto equilibrio entre el tono conversado y la precisión argumental, El libro de arena refleja el personalísimo estilo de uno de los grandes escritores de la literatura contemporánea.
Título: Libro De Arena, El
ISBN: 9789500431965
Idioma: Espanhol
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 23
Páginas: 171
Ano copyright: 1975
Coleção:
Ano de edição: 2010
Edição: 1ª
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Autor: Jorge Luis Borges
Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo nasceu em Buenos Aires, em 24 de agosto de 1899, e faleceu em Genebra, em 14 de junho de 1986. Antes de falar espanhol, aprendeu com a avó paterna a língua inglesa, idioma em que fez suas primeiras leituras. Em 1914 foi com a família para a Suíça, onde completou os estudos secundários. Em 1919, nova mudança - agora para a Espanha. Lá, ligou-se ao movimento de vanguarda literária do ultraísmo. De volta à Argentina, publicou três livros de poesia na década de 1920 e, a partir da década seguinte, os contos que lhe dariam fama universal, quase sempre na revista Sur, que também editaria seus livros de ficção. Funcionário da Biblioteca Municipal Miguel Cané a partir de 1937, dela foi afastado em 1946 por Perón. Em 1955 seria nomeado diretor da Biblioteca Nacional. Em 1956, quando passou a lecionar literatura inglesa e americana na Universidade de Buenos Aires, os oftalmologistas já o tinham proibido de ler e escrever. Era a cegueira, que se instalava como um lento crepúsculo. Seu imenso reconhecimento internacional começou em 1961, quando recebeu, junto com Samuel Beckett, o prêmio Formentor dos International Publishers - o primeiro de uma longa série.