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Autor: Machado de Assis
Editora: FTD
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Dentre os muitos contos que escreveu para jornais e revistas, Machado de Assis selecionou alguns e publicou-os nos seguintes volumes: Contos fluminenses (1870), Histórias da meia-noite (1873), Papéis avulsos (1882), Histórias sem data (1884), Várias histórias (1896), Páginas recolhidas (1899) e Relíquias de casa velha (1906).A coletânea que ora se oferece ao público fez-se a partir desses livros vindos a lume quando o autor ainda era vivo. Este volume procurou eleger o mais significativo dentre o melhor previamente escolhido pelo autor. Ao final, entrega-se ao leitor uma antologia das antologias preparadas por Machado de Assis ao longo de sua carreira de contista, cujas primícias datam de 1864, estendendo-se até vésperas de sua morte, em 1908.
Título: Contos
ISBN: 9788532263346
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 2,1
Páginas: 304
Ano copyright: 2002
Coleção:
Ano de edição: 2002
Edição: 1ª
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Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.