Carlos drummond de andrade e ribeiro couto

Autor: Carlos Drummond de Andrade | Ribeiro Couto
Editora: UNESP

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Sinopse

Duas influências decisivas contribuíram para a formação intelectual de Carlos Drummond de Andrade. A primeira é a do grupo de amigos que encontrou em Belo Horizonte nos anos 1920: Martins de Almeida, Emílio Moura, Pedro Nava, Aníbal Machado e outros jovens que se reuniam em torno do Café Estrela e da Livraria Alves para debater ideias e preferências literárias. Esse grupo ajudou na fixação de suas convicções como escritor. A segunda é decorrente da troca de correspondência com escritores mais velhos e do exterior. Os principais interlocutores neste caso foram Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Ribeiro Couto. A correspondência aqui publicada procura iluminar essa interlocução entre dois dos grandes intelectuais brasileiros do século XX, ao mesmo tempo que contribui para o resgate recente de Ribeiro Couto, esse importante personagem da história literária nacional. Couto, diplomata de carreira, passou os vinte últimos anos da vida afastado do Brasil, morando em Lisboa, Genebra e Belgrado, em um exílio que prejudicou a permanência de seu nome. As missivas de Ribeiro Couto têm um estilo delicioso, que Drummond procurou acompanhar com a mesma verve. Esse zelo epistolar de parte a parte torna o diálogo bastante saboroso e faz desta correspondência uma leitura atrativa tanto ao pesquisador de literatura quanto aos leitores em geral.

Dados

Título: Carlos Drummond De Andrade E Ribeiro Couto

ISBN: 9788539307906

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 1,2

Páginas: 224

Ano de edição: 2019

Edição:

Autor

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.