Portugal: a revolução e a descolonização

Autor: Mauricio Paiva
Editora: Mauad

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Sinopse

Este livro fala da Revolução dos Cravos que irrompeu em Portugal em 25 de abril de 1974 e do complexo processo de descolonização de sete colônias espalhadas pela África e pela Ásia: Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e Macau, cada uma delas com a sua própria singularidade. E tanto em Portugal quanto nas colônias, tudo se definiu, para o bem ou para o mal, em menos de dois anos. Isso, bem entendido, no que diz respeito à metrópole colonial, porque, em Angola e Moçambique, por um lado, e em Timor-Leste, por outro, o processo de independência – que é muito mais do que uma data, um hino e uma bandeira – só se concluiria após muitos anos, com um imenso rastro de sangue pelo caminho. O autor, banido do Brasil para a Argélia em junho de 1970, depois de passar por Cuba, Chile e Argentina, acabaria por aportar em Lisboa em agosto de 1974. Viveu em Portugal por cinco anos, quando acompanhou de perto os fatos. Retornou ao Brasil logo depois da Anistia política, em setembro de 1979. O relato aqui apresentado é objetivo e Mauricio Paiva, em apêndices, ainda coloca à disposição dos leitores os documentos que menciona ao longo do texto. É um olhar de quem viu e viveu os acontecimentos que narra!

Dados

Título: Portugal: A Revolução E A Descolonização

ISBN: 9788574788968

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23 x 1

Páginas: 192

Ano de edição: 2017

Edição:

Participantes

Autor: Mauricio Paiva

Autor

MAURICIO PAIVA

Mauricio Paiva foi dirigente atuante do movimento estudantil em Belo Horizonte: no período mais candente das lutas estudantis, em 1967/68, foi secretário-geral do DCE-UFMG. Nessa época, foi várias vezes preso pelos órgãos de repressão política. Participou, a seguir, da resistência armada contra o regime. Em janeiro de 1969 acabaria novamente preso, num confronto em que saiu ferido a tiros. Passou um ano e meio em prisões e quartéis de Belo Horizonte, do Rio de Janeiro e de Juiz de Fora, onde conheceu a ditadura em suas horríveis entranhas. Em meados de junho de 1970 foi libertado da prisão e banido para a Argélia, em troca do embaixador alemão. Daquele país partiu logo para Cuba, com o propósito de preparar a volta clandestina à resistência no Brasil. Acabaria vivendo nove anos e meio no exílio: quase dois anos em Cuba, um ano e meio no Chile, perto de um ano na Argentina e cinco anos em Portugal. Em cada um desses países, viveu circunstâncias dramáticas e foi, mais por azar do que por sorte, testemunha da história. É isso que Mauricio Paiva conta no livro O sonho exilado.