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Autor: Ernesto Sabato
Editora: Carambaia
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De cunho existencialista, romance de estreia de Ernesto Sabato, um dos mestres da literatura argentina e ganhador do prêmio Cervantes, é narrado por assassino confesso Pode-se que dizer que O túnel é um romance policial pelo avesso. O crime e seu autor são revelados na primeira frase do livro pelo protagonista e assassino, o pintor Juan Pablo Castel. Segue-se um relato angustiado das circunstâncias e engrenagens íntimas que o levaram a matar a mulher pela qual se apaixonou, María Iribarne. Não há detetives, mas uma autoinvestigação que tangencia a loucura, embora recoberta por uma racionalidade aparentemente rigorosa. A Castel falta habilidade para se comunicar e sobram niilismo e repulsa pela humanidade. Sua insatisfação o leva a desejar reter a presença e a atenção de María, o que se revela impossível. A relação entre os dois se alterna entre momentos de ternura e muitas situações de atrito. Com fortes tintas existencialistas, o romance chamou a atenção de Thomas Mann e Albert Camus. Como os anti-heróis de Sartre e do próprio Camus, o protagonista de é um “eu” em processo de desintegração, preso num túnel que não consegue romper.
Título: O tunel
ISBN: 9786554610254
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 13,8 x 21,7 x 1,7
Páginas: 160
Ano copyright: 2023
Coleção:
Ano de edição: 2023
Edição: 1ª
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Ernesto Sabato nasceu em 1911 em Rojas. É um dos mais importantes escritores argentinos vivos. Doutor em física, abandonou a ciência para se dedicar integralmente à literatura e à pintura. Militante comunista na juventude, tornou-se na maturidade um dos mais combativos defensores dos direitos humanos, tendo presidido em seu país em 1983-4 a Comissão Nacional sobre o Desaparecimento de Pessoas, cujo trabalho originou o relatório Nunca más, conhecido como "Informe Sabato". Publicou os romances O túnel, Sobre heróis e tumbas e Abadon, o exterminador, e os livros de ensaio Heterodoxia, Homens e engrenagens, Antes do fim e O escritor e seus fantasmas, entre outros. Sua obra foi reconhecida por escritores como Albert Camus e Thomas Mann.