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Em Sete de Paus, o leitor é conduzido por um enredo à altura dos clássicos do gênero, mas com um ingrediente que faz toda a diferença: seu peculiar humor. A trama tem início quando Hans Schneider, professor da Universidade Federal de Florianópolis, de reputação inabalável, aparece morto com um tiro na testa e com o próprio pênis enfiado na boca. Na virilha, uma carta de baralho: o sete de paus. Durante a investigação, ocorre outro assassinato com as mesmas características, o que leva a polícia a trabalhar com a hipótese de se tratar de um serial killer. Qual o motivo e, principalmente, quem estaria por trás desses crimes era uma pergunta que só o agente federal Ugo Fioravanti Neto e o seu jovem parceiro Darwin Matarazzo poderiam responder. E tinha de ser rápido - antes que o assassino em série fizesse mais uma vítima.
Título: Sete De Paus
ISBN: 9788576654162
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 264
Ano copyright: 2008
Coleção:
Ano de edição: 2008
Edição: 1ª
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Autor: Mario Prata
Mario Prata nasceu em Uberaba, MG, em 1946, mas viveu boa parte da infância e adolescência em Lins, interior de São Paulo. Escritor, dramaturgo, jornalista e cronista, em mais de 50 anos de escrita tem no currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos publicados, entre romances, livros de contos, roteiros e peças teatrais. Colaborou como cronista no Pasquim, ao lado de Millôr Fernandes, nos anos 70. Em 1993, passou a assinar uma coluna semanal no jornal O Estado de São Paulo, onde foi cronista por 11 anos. Também assinou crônicas para diversas publicações nacionais, entre elas as revistas Isto é e Época e o jornal Folha de São Paulo. Recebeu 18 prêmios nacionais e estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema, literatura, teatro e televisão. Marcou gerações com novelas como Estúpido cupido e Sem lenço, sem documento. É autor, entre outros, dos livros Diário de um magro, Minhas mulheres e meus homens, Os anjos de Badaró (primeiro romance brasileiro escrito online, com a participação dos leitores), Minhas tudo e Os viúvos.