Os maias

Autor: Eça de Queiros
Editora: Martin Claret

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.

De: R$ 129,90

Por: R$ 115,61

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Iniciador do realismo na literatura de língua portuguesa e perfeccionista obsessivo, Eça de Queirós foi um escritor de uma auto exigência quase impiedosa. Desprezou várias de suas criações literárias que não o satisfaziam e chegou a renegar a primeira versão de Os Maias, livro que levou aproximadamente dez anos para concluir. Em sua extensa bibliografia há várias obras-primas. O romance Os Maias (1888) é considerado como a melhor de suas obras. Foi nesse volumoso livro que Eça de Queirós sintetizou e analisou suas ideias sobre a sociedade portuguesa, já tratadas em obras anteriores. O cenário é a cidade de Lisboa no final do século XIX, com sua burguesia decadente e acentuada transição sociocultural. A obra conta a história da família Maia. Referindo-se ao livro, o escritor disse: Decidi fazer não um romance, mas um romance em que pusesse tudo o que tenho.

Dados

Título: Os Maias

ISBN: 9786559102778

Idioma: Português

Encadernação: Capa dura

Formato: 11,5 x 18 x 23

Páginas: 848

Ano copyright: 2025

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Eça de Queiros

Autor

EÇA DE QUEIROS

Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvoa de Varzim, Portugal. Formado pela Universidade de Coimbra em 1866, dois anos depois se estabeleceu como advogado em Lisboa. Em 1869, em companhia do conde de Resende, vai para a Palestina e depois para o Egito, a fim de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez. Dessa viagem surge a inspiração para A Relíquia e O Egito. Em 1870, é aprovado em concurso para a carreira diplomática e em 1872 é nomeado cônsul em Havana, Cuba. Em 1884, é transferido para a Inglaterra e em 1888 vai servir em Paris, onde morre em 16 de agosto de 1900. Eça foi o único romancista português do século XIX a conquistar fama internacional, no nível dos grandes escrito­res realistas como Flaubert e Zola. Sua herança como escritor é enorme, e sua obra é definitivamente brilhante. Picaresco, irônico, criticava com sarcasmo e elegância (característica primeira dos seus escritos) o provincianismo de uma pequena burguesia atormentada por preconceitos e hipocrisias. Escreveu uma vasta obra, onde se destacam clássicos como O crime do Padre Amaro, O Primo Basílio, Os Maias, A ilustre casa de Ramires, A cidade e as serras, Alves & Cia, O mandarim, A relíquia.