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Autor: Eça de Queiros
Editora: Martin Claret
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Iniciador do realismo na literatura de língua portuguesa e perfeccionista obsessivo, Eça de Queirós foi um escritor de uma auto exigência quase impiedosa. Desprezou várias de suas criações literárias que não o satisfaziam e chegou a renegar a primeira versão de Os Maias, livro que levou aproximadamente dez anos para concluir. Em sua extensa bibliografia há várias obras-primas. O romance Os Maias (1888) é considerado como a melhor de suas obras. Foi nesse volumoso livro que Eça de Queirós sintetizou e analisou suas ideias sobre a sociedade portuguesa, já tratadas em obras anteriores. O cenário é a cidade de Lisboa no final do século XIX, com sua burguesia decadente e acentuada transição sociocultural. A obra conta a história da família Maia. Referindo-se ao livro, o escritor disse: Decidi fazer não um romance, mas um romance em que pusesse tudo o que tenho.
Título: Os Maias
ISBN: 9786559102778
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 11,5 x 18 x 23
Páginas: 848
Ano copyright: 2025
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
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Autor: Eça de Queiros
Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvoa de Varzim, Portugal. Formado pela Universidade de Coimbra em 1866, dois anos depois se estabeleceu como advogado em Lisboa. Em 1869, em companhia do conde de Resende, vai para a Palestina e depois para o Egito, a fim de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez. Dessa viagem surge a inspiração para A Relíquia e O Egito. Em 1870, é aprovado em concurso para a carreira diplomática e em 1872 é nomeado cônsul em Havana, Cuba. Em 1884, é transferido para a Inglaterra e em 1888 vai servir em Paris, onde morre em 16 de agosto de 1900. Eça foi o único romancista português do século XIX a conquistar fama internacional, no nível dos grandes escritores realistas como Flaubert e Zola. Sua herança como escritor é enorme, e sua obra é definitivamente brilhante. Picaresco, irônico, criticava com sarcasmo e elegância (característica primeira dos seus escritos) o provincianismo de uma pequena burguesia atormentada por preconceitos e hipocrisias. Escreveu uma vasta obra, onde se destacam clássicos como O crime do Padre Amaro, O Primo Basílio, Os Maias, A ilustre casa de Ramires, A cidade e as serras, Alves & Cia, O mandarim, A relíquia.