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Autor: Jorge Luis Borges
Editora: Gallimard
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«Je vis l’Aleph, sous tous les angles, je vis sur l’Aleph la terre, je vis mon visage et mes viscères, je vis ton visage, j’eus le vertige et je pleurai, car mes yeux avaient vu cet objet secret et conjectural, dont les hommes usurpent le nom, mais qu’aucun homme n’a regardé : l’inconcevable univers.» Trois contes tirés du célèbre recueil L’Aleph, dans lequel Borges livre une démonstration magistrale de son art, faisant de la symétrie fondamentale, presque vertigineuse, la clef de voûte de son œuvre. Sa préoccupation essentielle : traiter des rapports du fini et de l’infini, de la mort et de l’immortalité, de la barbarie et de la civilisation… À la fois l’alpha et l'oméga.
Título: Aleph Et Autres Contes, L' / El Aleph Y Otros Cuentos
ISBN: 9782072696626
Idioma: Francês, Espanhol
Encadernação: Brochura
Formato: 10,8 x 17,8
Páginas: 160
Ano copyright: 2017
Coleção: Folio Bilingue - Vol. 207
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
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Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo nasceu em Buenos Aires, em 24 de agosto de 1899, e faleceu em Genebra, em 14 de junho de 1986. Antes de falar espanhol, aprendeu com a avó paterna a língua inglesa, idioma em que fez suas primeiras leituras. Em 1914 foi com a família para a Suíça, onde completou os estudos secundários. Em 1919, nova mudança - agora para a Espanha. Lá, ligou-se ao movimento de vanguarda literária do ultraísmo. De volta à Argentina, publicou três livros de poesia na década de 1920 e, a partir da década seguinte, os contos que lhe dariam fama universal, quase sempre na revista Sur, que também editaria seus livros de ficção. Funcionário da Biblioteca Municipal Miguel Cané a partir de 1937, dela foi afastado em 1946 por Perón. Em 1955 seria nomeado diretor da Biblioteca Nacional. Em 1956, quando passou a lecionar literatura inglesa e americana na Universidade de Buenos Aires, os oftalmologistas já o tinham proibido de ler e escrever. Era a cegueira, que se instalava como um lento crepúsculo. Seu imenso reconhecimento internacional começou em 1961, quando recebeu, junto com Samuel Beckett, o prêmio Formentor dos International Publishers - o primeiro de uma longa série.