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Autor: Carlos Drummond de Andrade
Editora: Record
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Os cinco clássicos essenciais de Carlos Drummond de Andrade, em box exclusivo, com projeto gráfico de Mayumi Okyama e ensaio inédito do poeta Tarso de Melo.Para celebrar um dos maiores nomes da poesia moderna brasileira, foram reunidos em um box de luxo os 5 clássicos essenciais de Carlos Drummond de Andrade: Alguma poesia, Sentimento do mundo, José & Novos poemas, A rosa do povo e Claro enigma. Com projeto gráfico assinado pela designer Mayumi Okuyama, os livros têm capa dura e pintura trilateral. De brinde, o box traz um livreto, Vida e obra, reunindo um ensaio inédito do poeta Tarso de Melo e a cronologia completa de vida e obra de Drummond; e 6 cards com diferentes autocaricaturas e versos de Drummond. Alguma poesia (120 páginas)“No meio do caminho”, “Poema de sete faces” e “Quadrilha” estão entre os poemas mais conhecidos de Drummond, e fazem parte de Alguma poesia (1930), seu livro de estreia. Aqui, mais do que em qualquer outra de suas obras, transparece a influência da Semana de Arte Moderna de 1922 e, sobretudo, de Mário de Andrade, com quem Drummond manteve farta correspondência literária.Sentimento do mundo (80 páginas)Sentimento do mundo (1940) é o terceiro livro de poemas de Drummond, mas o primeiro escrito após a mudança para o Rio de Janeiro, então capital do país. O poema-título registra a abertura do poeta para uma visão mais ampla da humanidade. Nos demais poemas, há também uma atitude política mais participativa e empenhada na transformação da realidade.José & Novos poemas (88 páginas)Com “José”, poema que dá título a um dos livros (de 1942) deste volume, Drummond demoliu a barreira entre alta e baixa cultura. O verso inicial “E agora, José?” ganhou diversas interpretações e conotações na boca do povo, “viralizando” por meio de citações que vão da literatura à propaganda. Já com Novos poemas (1948), o poeta escreve um capítulo essencial da história da poesia brasileira, equilibrando-se entre o sentido trágico da vida e a esperança.A rosa do povo (209 páginas)O contexto histórico em que este livro foi produzido e lançado ajuda a dar ainda mais sentido aos 55 poemas que compõem essa obra-prima, publicada em 1945. Escritos sob o impacto da Segunda Guerra Mundial e da ditadura do Estado Novo no Brasil, os versos trazem grande carga “politizada” e a fé inabalável do poeta no ofício da escrita.Claro enigma (136 páginas)Em Claro enigma (1951), os recursos da poesia moderna passam a conviver com formas fixas, entre elas os sonetos, e com esquemas de rimas e metros clássicos, como a redondilha, o decassílabo e o alexandrino. E, como a contradição dos termos no título do livro sugere, Claro enigma demonstra que a maturidade, longe de representar um ponto de vista fixo e seguro, recoloca em outro patamar as inquietações e angústias da juventude.Vida e obra (104 páginas)Livreto exclusivo do box reunindo um ensaio inédito de Tarso de Melo sobre as cinco obras essenciais e uma cronologia completa de vida e obra do poeta.
Título: Box Essencial - Carlos Drummond De Andrade
ISBN: 9788501925862
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 14 x 20 x 8.3
Páginas: 737
Ano copyright: 2025
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
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Autor: Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.