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Autor: Biry Sarkis
Editora: Compor
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Em um texto ritmado e ilustrações de cores vivas que misturam giz, aquarela e lápis, Biry Sarkis nos conta o ciclo de vida de uma borboleta.Ela nasce de um ovo bem pequeno, na forma de lagarta. Nessa fase da vida, é chamada aqui de “Tatarana”...“Tatarana nasce de um ovo,Um ovo pequeno,Bem pequeno,Pequeno mesmo.”Ela nasce ao lado de várias outras “Tataranas”. Apesar de pequena, tem muita fome e, quanto mais folha come, mais cresce.Tem pelos que queimam e parecem espinhos. Isso a protege, para que não vire comida de passarinho. Também por isso, tem gente que acha que ela é feia e má. Aí, ela tem sono e dorme, dorme, dorme...Cresce tanto que, um dia, Tatarana dorme e acorda borboleta, ou melhor, “Panapaná”, com pernas finas e asas coloridas. Agora, todos a amam, acham bonita e querem ver dançar. Não come mais, só bebe água. Tem Panapaná para todo lado...“Todas estão batendo suas asasCom leveza pelo ar,Com antenas atentas,Todas procurando um par”Depois de encontrar outra Panapaná, as duas deixam ovos bem pequenos em uma folha, a história recomeça, e continua, continua, continua...
Título: Tatarana E Panapaná
ISBN: 9786588584682
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 22 x 26 x 0,5
Páginas: 44
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2024
Edição: 1ª
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Idioma:
Legenda:
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nasceu no interior de Minas Gerais e sempre gostou muito de desenhar. Certo dia, criou um personagem, o Birygui, que, a partir daí, o acompanhava em seus desenhos. Birygui ficou tão presente no trabalho do ilustrador que se tornou o seu apelido e, com o tempo, virou Biry. Apesar de se interessar por desenho desde muito cedo, Biry só mergulhou de vez nessa arte quando chegou a São Paulo, desenhando para livros didáticos e revistas. Nesse meio, conheceu a literatura infantil, na qual seus desenhos se encaixaram de forma lúdica e, assim, passou a ilustrar histórias de vários autores. Sem estudos formais, aprendeu a desenhar na prática, e seu trabalho se formou com base nas boas experiências que desenvolveu. Também desenhou e criou passatempos para a revista Recreio durante dez anos. Três de suas ilustrações receberam o Prêmio Abril.