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Autor: Mario Quintana
Editora: Alfaguara
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Na era do Twitter, este Caderno H ganha uma atualidade surpreendente. Que a poesia e a prosa de Quintana tinham lugar assegurado no cânone da literatura brasileira do século XX era algo fora de discussão. Mas a comunicação ainda mais veloz do século XXI, comunicação em tempo real, encontra, nestes textos, modelo e inspiração. Os aforismos e prosas curtas do Caderno H, na sua diversidade aberta para o infinito (é o infinito no sucinto), são lições de como conjugar intuição e raciocínio, humor e sentimento, crônica e reflexão, circunstância e perenidade. A presente edição propicia ao leitor contemporâneo o encontro — e ao leitor veterano o reencontro — com ideias e histórias que, de tão repetidas e citadas, praticamente já fazem parte repertório de provérbios e frases feitas da cultura literária brasileira mais ampla.Fruto de erudição e sensibilidade, Caderno H foi o livro de Quintana que mais decisivamente o transformou num escritor popular, aquele cujos escritos se inscrevem no subconsciente de uma língua.
Título: Caderno H
ISBN: 9788579621901
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 23
Páginas: 368
Ano copyright: 2013
Coleção:
Ano de edição: 2013
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
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Autor: Mario Quintana
Mario Quintana nasceu em 1906 na cidade de Alegrete (RS). Terminou seus estudos no Colégio Militar de Porto Alegre e aos 18 anos começou a trabalhar na Livraria do Globo. A partir dos anos 1930, vive do jornalismo e de traduções. Seus livros se sucedem: A rua dos Cataventos (1940), Canções (1946), Sapato florido (1948), O aprendiz de feiticeiro (1950) e Espelho Mágico (1951), consagrando-o entre os grandes nomes da poesia brasileira. Em 1962, sai o volume de suas Poesias completas e, em 1966, a Antologia de seus poemas organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos. Nos anos seguintes, publica livros marcantes, como Apontamentos de história sobrenatural (1976) e A vaca e o hipogrifo (1977). Em 1980, recebe o prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras. Falece aos 88 anos, em 1994.