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Sérgio Cabral Filho foi líder estudantil, deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa, senador, governador e chefe da organização que saqueou os cofres do Rio de Janeiro. Sempre ao lado da mulher, Adriana Ancelmo, a quem carinhosamente chamava de Riqueza, mais do que dinheiro fácil, ele queria uma vida de rei.Conhecido pelo estilo de vida extravagante, comprava joias em dinheiro, usava o helicóptero oficial do governo até para levar o cachorro para a casa de praia nos fins de semana e vivia às farras em Paris – fato imortalizado na famigerada foto em que seus companheiros de viagem, entre os quais um dono de empreiteira e o então secretário de Saúde do Rio, posam com guardanapos amarrados à cabeça.Mesmo num país já acostumado a tantos desvios de dinheiro público, a história de Sérgio Cabral consegue ser inédita e até chocante. Não há precedente de tamanha roubalheira, ganância e soberba. Seu esquema de propina adiantada – prática de que nunca se tivera notícia – lhe valia mesadas na casa dos 500 mil reais. Em 20 e poucos anos de carreira política, construiu um patrimônio invejável. Mas a casa haveria de cair, e Cabral foi pego na malha fina da Operação Lava Jato. Preso desde novembro de 2016, o ex-governador do Rio de Janeiro cumpre uma sentença de mais de 180 anos de prisão e ainda será julgado por outros 17 processos. Incansável, está sempre em busca...ver mais
Título: Sergio Cabral: O Homem Que Queria Ser Rei
ISBN: 9788568377246
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23 x 1,5
Páginas: 240
Ano copyright: 2018
Coleção:
Ano de edição: 2018
Edição: 1ª
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Autor: Hudson Correa
Hudson Corrêa é jornalista desde 1993. Começou nos Diários Associados de Campo Grande (MS), cidade onde nasceu, e trabalhou no Jornal do Brasil, Gazeta Mercantil, Folha de S.Paulo, revista ÉPOCA e O Globo. Autor de Eleições na Estrada, ganhou os prêmios Latinoamericano de Periodismo sobre Drogas (2012), Direitos Humanos da OAB-RS (2016 e 2017) e o Patrícia Acioli de Direitos Humanos, da Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro (2017). Entre tantas denúncias publicadas, marcou a de que crianças indígenas morrem de fome em terras agrícolas.