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Autor: Joao Paulo Cuenca
Editora: Cambourakis
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Convoqué au commissariat suite à une altercation avec des voisins, l'écrivain J. P. Cuenca apprend qu'il est officiellement mort : un dossier à son nom fait état de son décès, en juillet 2008, dans un squat de Lapa, quartier bohème de Rio de Janeiro. Cet événement surréaliste - mais authentique - n'en finit plus de le hanter. Quelles raisons ont bien pu conduire un inconnu à le déposséder ainsi de son identité? Tandis qu'il enquête sur sa propre mort, Cuenca perd pied : le réel tout entier se met à vaciller. D'autant que Rio elle-même change de visage. Aménagée à leur main par des affairistes voraces et des politiciens corrompus, ripolinée à marche forcée (J. O. et Coupe du monde de foot obligent), elle perd son âme : le cocktail répression-spéculation-gentrification a supplanté la caïpirinha... Vous aimerez aussi
Título: J'ai découvert que j'étais mort
ISBN: 9782366242829
Idioma: Francês
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 20,5
Páginas: 192
Ano copyright: 2015
Coleção:
Ano de edição: 2017
Edição: 1ª
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João Paulo Cuenca nasceu no Rio de Janeiro, em 1978. É formado em economia pela UFRJ, mas começou sua trajetória literária no Folhetim Bizarro (1999-2001), um blog de diálogos na internet. Ao mesmo tempo, começou a escrever o seu primeiro romance, Corpo Presente, publicado em 2003. No mesmo ano o autor foi palestrante convidado da FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty. Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, e é autor dos romances O dia Mastroianni e O único final feliz para uma história de amor é um acidente, e da antologia de crônicas A última madrugada. Em 2012, Cuenca foi selecionado como um dos 20 melhores jovens escritores da revista britânica Granta, integrando a edição Os melhores jovens escritores brasileiros.