Cegueira moral

Autor: Zygmunt Bauman | Leonidas Donskis
Editora: Relogio D'Agua

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Sinopse

Neste diálogo entre Zygmunt Bauman e Leonidas Donskis fala-se da perda de sensibilidade num tempo marcado pelo terrorismo, a guerra, as migrações e outras formas de violência. A empatia, a capacidade de nos colocarmos no lugar dos outros, parece diminuir quando era mais necessária. E isso vai a par com a feroz busca de identidade e o desrespeito pela privacidade alheia. A violência e os desastres tornam-se tão constantes na televisão e nas redes sociais que as sociedades padecem de uma espécie de cegueira moral, de tal modo estão insensibilizadas para o sofrimento e se recusam a compreender o que se passa. «À medida que a negligência moral cresce em alcance e intensidade, a procura de analgésicos aumenta cada vez mais, e o consumo de tranquilizantes morais transforma-se em vício. Por conseguinte, uma insensibilidade moral induzida e manipulada torna-se uma compulsão ou uma "segunda natureza": uma condição permanente e quase universal — e as dores morais veem-se desprovidas do seu papel salutar de prevenir, alertar e mobilizar.» Zygmunt Bauman

Dados

Título: Cegueira Moral

ISBN: 9789896416461

Idioma: Português (PT)

Encadernação: Brochura

Páginas: 280

Ano de edição: 2012

Edição:

Participantes

Autor: Zygmunt Bauman | Leonidas Donskis

Autor

ZYGMUNT BAUMAN

Zygmunt Bauman nasceu em 1925, na Polônia. Sociólogo, iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Responsável por uma prodigiosa produção intelectual, recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, tem mais de trinta livros publicados no Brasil, com enorme sucesso de público, dentre os quais destacam-se Amor Líquido, Globalização: as Consequências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Zygmunt Bauman morreu em 9 de janeiro de 2017, em Leeds, na Inglaterra, aos 91 anos.