Justine ou les malheurs de la vertu

Autor: Marques de Sade
Editora: Gallimard

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Sinopse

" Avec Justine, un homme du XVIIIe siècle parle, un prisonnier vitupère, un philosophe argumente, tous ensemble, dans une symphonie agressive que notre oreille douillette, accoutumée à de trop douces harmonies peut-être, reçoit comme un coup de poing. C'est précisément dans ce choc que la vérité de Sade doit se trouver, dans l'hématome, la boursouflure, le filet de sang qui suinte de la plaie. " Vous avez imaginé faire merveille (écrit-il à ses censeurs) en me réduisant à une abstinence atroce sur le péché de chair ; eh bien vous vous êtes trompés : vous avez échauffé ma tête, vous m'avez fait former des fantômes qu'il faudra que je réalise. " Les menaces de Sade vont se concrétiser et les " fantômes ", nés de son cerveau incendié par l'injustice, se mettre en marche, pour ne plus s'arrêter.

Dados

Título: Justine Ou Les Malheurs De La Vertu

ISBN: 9782070738519

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 12,5 x 19

Páginas: 444

Ano copyright: 1977

Coleção: L'imaginaire - Vol. 312

Ano de edição: 2001

Edição:

Participantes

Autor: Marques de Sade

Autor

MARQUES DE SADE

Donatien Alphonse François de Sade (1740–1814) passou à história como o Marquês de Sade. Aristocrata francês, esteve grande parte de sua vida encarcerado na Bastilha por causa de seus textos libertinos. De obras como Justine, A filosofia na alcova e 120 dias de Sodoma, criou-se a imagem de perversão sexual do marquês, que emprestou seu nome ao termo médico sadismo (a busca do prazer sexual por meio da submissão, da humilhação e do sofrimento do parceiro). Entretanto Sade foi muito mais do que um escritor sádico. Filósofo de ideias originais, seu pensamento libertino desafiava as concepções religiosas e racionalistas da França pré-republicana, o que o fez ser perseguido tanto pelos apoiadores do Antigo Regime quanto pelos revolucionários. Ateísta, anticlerical e avesso à moral consagrada, foi um livre-pensador e deixou um legado de obras não apenas eróticas, mas libertadoras.