É o fim do mundo e eu me sinto bem. modernismo, extrativismo e festas

Autor: Denilson Lopes
Editora: PAPEIS SELVAGENS

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Sinopse

A partir de uma perspectiva genealógica, a chave de leitura não são obras isoladas mas uma constelação, outro Modernismo, marcado pela catástrofe ao invés da utopia; da melancolia em meio à alegria; de fim do mundo ao invés da inauguração de uma nova era; do fascínio pela lentidão de paisagens devastadas, solitárias em detrimento da velocidade e da hipersensorialidade. Este outro Modernismo é com- preendido a partir de Mário Peixoto, Cornélio Penna, Lúcio Cardoso, Oswaldo Goeldi, problematizando as tensões entre localismo e cosmopolitismo, considerados numa perspectiva comparativa entre cinema, literatura e artes visuais e que aponta, talvez surpreendentemente, na cultura midiática para um Modernismo pop.

Dados

Título: É O Fim Do Mundo E Eu Me Sinto Bem. Modernismo, Extrativismo E Festas

ISBN: 9786587785745

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23 x 1

Páginas: 196

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Denilson Lopes