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Autor: Zygmunt Bauman
Editora: Zahar
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Em O mal-estar da pós-modernidade — primeiro livro de Bauman publicado no Brasil —, o sociólogo polonês faz uma vigorosa reflexão das ansiedades modernas, estabelecendo nexos diretos com o famoso O mal-estar na civilização, de Freud.O mal-estar na civilização, diagnosticado por Freud em 1930, nascia da vitória de Tânatos sobre Eros, da ordem sobre o caos, das normas sobre os instintos. Na sociedade pós-moderna, contudo, a lógica se inverte: o mal-estar surge da desregulamentação do mundo. É disso que nos fala Zygmunt Bauman nesta reunião de artigos e conferências, publicada pela primeira vez em 1997. Se na modernidade o princípio do prazer foi sacrificado frente ao princípio da realidade, em nosso tempo há a oferta de liberdade à custa da segurança: a infixidez prevalece sobre a aflição da incerteza. Está distante o sonho moderno de suprimir as desigualdades. Agora o desejo é de suprimir os desiguais: os estrangeiros, os vagabundos, os dispensáveis.Para esclarecer seu pensamento, Bauman lança mão de dicotomias que encarnam a cisão entre moderno e pós-moderno: arrivistas e párias; arraigados e nômades; produtores e consumidores; legisladores e intérpretes; soldados e mercenários; representação e simulacro.
Título: O mal-estar da pos-modernidade (nova ediçao)
ISBN: 9786559790432
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,9
Páginas: 320
Ano copyright: 2022
Coleção:
Ano de edição: 2022
Edição: 2ª
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Zygmunt Bauman nasceu em 1925, na Polônia. Sociólogo, iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia, onde teve artigos e livros censurados e em 1968 foi afastado da universidade. Logo em seguida emigrou da Polônia, reconstruindo sua carreira no Canadá, Estados Unidos e Austrália, até chegar à Grã-Bretanha, onde em 1971 se tornou professor titular da Universidade de Leeds, cargo que ocupou por vinte anos. Responsável por uma prodigiosa produção intelectual, recebeu os prêmios Amalfi (em 1989, por sua obra Modernidade e Holocausto) e Adorno (em 1998, pelo conjunto de sua obra). Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, tem mais de trinta livros publicados no Brasil, com enorme sucesso de público, dentre os quais destacam-se Amor Líquido, Globalização: as Consequências Humanas e Vidas Desperdiçadas. Zygmunt Bauman morreu em 9 de janeiro de 2017, em Leeds, na Inglaterra, aos 91 anos.