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Num passeio pelo mundo do jazz e da música popular, esta coletânea traz 58 textos com as marcas registradas de Ruy Castro — bem escritos, informativos, mas também cheios de humor —, publicados na imprensa ao longo de sua carreira, iniciada há quarenta anos.Quando Miles Davis morreu, quem reclamou seu corpo: o jazz ou o rock? Quem é o cantor secreto que inspirou João Donato e João Gilberto? Quem inventou a capa de disco? Branco sabe cantar jazz? Em Tempestade de ritmos, Ruy Castro respondea essas perguntas e faz muitas outras revelações.Ruy começou a escrever na imprensa em 1967, para o então prestigiadíssimo jornal carioca Correio da Manhã, e estreou justamente com um artigo sobre música. Desde então, esse foi sempre um de seus principais assuntos nos meios de comunicação em que trabalhou (“Todos, exceto bula de remédio”,como diz o próprio autor).Em Tempestade de ritmos há uma predominância de artigos sobre música americana, mas ele se orgulha de ter crescidoouvindo os ritmos e gêneros mais díspares, como fox-trots, tangos, boleros, valsas, sambas, choros,marchinhas de carnaval e muito jazz — e esse seu ecletismo musical se reflete no livro, uma autêntica tempestade de ritmos, sujeita a raios e trovões de informação e humor. É uma boa maneira de celebrar os quarenta anos de imprensa desse que é um dos mais consagrados jornalistas do Brasil.
Título: Tempestade De Ritmos: Jazz E Musica Popular No Seculo Xx
ISBN: 9788535910360
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 424
Ano copyright: 2007
Coleção:
Ano de edição: 2007
Edição: 1ª
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Heloisa Seixas nasceu no Rio de Janeiro, em 1952. Romancista, contista e cronista, tem livros de ficção publicados por diversas editoras (romances, livros de contos, infantil e juvenil). Três de seus livros — Pente de Vênus (contos), A Porta (romance) e Pérolas Absolutas (romance) — foram finalistas do Prêmio Jabuti. Heloisa também participou de mais de uma dezena de antologias de contos, além de ter organizado, entre outros, os quatro volumes de As Obras-primas que Poucos Leram, com artigos sobre literatura. Sua coluna Contos Mínimos, na revista Domingo, do Jornal do Brasil, foi publicada de 1999 a 2006, com sucesso entre seus inúmeros leitores. O Lugar Escuro, sobre o mal de Alzheimer, é seu primeiro livro de não-ficção.