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Autor: Max Gallo
Editora: L&PM Pocket
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A Revolução Francesa é contada em dois volumes pelo historiador Max Gallo. O povo e o rei e Às armas, cidadãos! estão também em uma caixa especial. São 694 páginas que compõe os dois volumes da obra e fazem da obra de Gallo um marco na imensa historiografia disponível sobre o movimento político e revolucionário mais importante dos tempos modernos.No primeiro volume, O povo e o rei – 1774-1793, Gallo compõe o retrato da França pré-revolucionária, apresenta as causas e o ambiente social que propiciou a revolta de 1789 e, sobretudo, concentra-se na figura patética de Luis XVI e os luíses que o precederam.Já Às armas cidadãos – 1793-1799 começa com a morte do rei e o início da jornada do Terror, quando cai o governo moderado em 31 de maio de 1793. Max Gallo coloca diante do leitor os detalhes desta jornada sanguinária: a violência da luta política. Uma Paris conflagrada, faminta, sem pão, sem lei, tomada pelo furor da caça aos monarquistas, “restauradores”, emigrados e nobres em geral é descrita com maestria e precisão pelo historiador.
Título: Caixa Especial Revoluçao Francesa
ISBN: 9788525427397
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 10,7 x 17,8 x 4,5
Páginas: 800
Ano copyright: 2012
Coleção: L&Pm Pocket
Ano de edição: 2012
Edição: 1ª
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Autor: Max Gallo
Nascido em Nice, França, em 7 de janeiro de 1932, Max Gallo é um filho da classe operária que impressiona pelo talento, cultura e energia criativa. É um dos maiores escritores e historiadores de seu país, sem falar de sua intensa participação política. Na França, foi chamado de "o Alexandre Dumas de nossos tempos". Nos anos 1970, foi editorialista do L"Express; nos anos 1980, dirigiu a redação do diário parisiense Le Matin. Sua produção é assombrosa: romances, séries históricas — como a inesquecível Os Patriotas (romance histórico da Resistência Francesa) —, contos, ficção política e biografias, com destaque para os monumentais Napoleão e Victor Hugo. Gallo tornou-se membro do Partido Comunista em 1956, com o qual rompeu logo depois. Em 1974, aderiu ao Partido Socialista. Em 1981, foi eleito deputado e, em 1983, nomeado secretário de Estado e porta-voz do governo de François Mitterrand. No ano seguinte, tentou desligar-se da atividade política para se dedicar integralmente ao trabalho literário. Mas acabou eleito para o Parlamento europeu, cargo exercido até 1994. Dois anos antes, desligara-se do Partido Socialista para fundar o Movimento dos Cidadãos, do qual foi vice-presidente. Mas em 1994 sua vocação maior exigiu-lhe consagrar-se definitivamente a escrever e o fez abandonar sua atividade política.