Nao cites pessoa em vao: 318 citaçoes da prosa de fernando pessoa & heteronimos

Autor: Fernando Pessoa
Editora: E-Primatur

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Sinopse

Da literatura, da arte, da política, da filosofia, da economia, da história, da nação e da sua administração...Pessoa sobre tudo e todos na companhia de vários dos seus heterónimos que trilharam os caminhos da prosa..O livro de citações definitivo da prosa pessoana. Uma colectânea que cobre a obra total de Pessoa. Uma das primeiras colectâneas de citações pessoanas a ter a preocupação de colocar todas as citações famosas de grande génio das letras lusas e mundiais no seu devido contexto para que a citação não seja feita no vazio da ignorância.Vasco Silva, o maior "publisher" de Fernando Pessoa e profundo conhecedor da obra do escritor que foi vulto maior da modernidade literária, apresenta uma selecção única que revela um Pessoa (e seus heterónimos) em momentos de pura genialidade literária e intelectual que ficarão memopráveis para qualquer leitor.

Dados

Título: Nao Cites Pessoa Em Vao: 318 Citaçoes Da Prosa De Fernando Pessoa & Heteronimos

ISBN: 9789898872197

Idioma: Português (PT)

Encadernação: Capa dura

Formato: 13,5 x 20,5 x 2,1

Páginas: 224

Ano de edição: 2018

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Pessoa

Organizador: Vasco Silva

Autor

FERNANDO PESSOA

Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.